Resenha: A Sombra no Sol – Eric Novello

/Editora Draco/Resenhas/

Editora: Draco
Autor: Eric Novello
ISBN: 9788562942549
Edição: 1
Número de páginas: 112
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Acostumado a caminhar no limiar entre a realidade e a ficção, Armando é enviado para São Paulo com uma missão inusitada – trazer um garoto de programa de volta à vida e então lhe oferecer emprego. Recebido pelo trânsito e pelo clima cinzento da cidade, nem mesmo os anos como gerente do Neon Azul o prepararam para essa possível conversa. Adiando o momento de encarar o cadáver, Armando remexe em uma mala com os pertences do morto e encontra um diário relatando a trajetória de Ícaro dos guetos à fama nas festas de alta sociedade e, posteriormente, seu encontro com a morte. Conforme vira as páginas do que julgava ser apenas uma agenda de telefones, a curiosidade se transforma na obsessão de saber o que há de tão especial naquele jovem para que ele mereça uma segunda chance. ‘A Sombra no Sol’ reúne textos publicados online entre 2008 e 2012, com intervalos irregulares. São histórias que discutem o que há por trás do desejo humano em seus acertos e desvios.

Minhas impressões

Estou aqui no meio de um evento com mais de seis mil pessoas escrevendo essa resenha. Por sorte meu chefe não lê meu blog =). Tive que fazer isso para não deixar passar nenhum detalhe do que li.

Será que toda raposa se arrepende pelo menos uma vez da presa que levou para a toca?

Não vou comentar sobre o autor, pois sou suspeito para falar dele. Desde Exorcismos, amores e uma dose de blues, que sigo sua escrita e que tenho aprendido valiosas lições.

Resenha: It – A Coisa – Stephen King

/Editora Suma de Letras/Resenhas/

Editora: Suma
Autor: Stephen King
ISBN: 9788560280940
Edição: 1
Número de páginas: 1104
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Durante as férias escolares de 1958, em Derry, pacata cidadezinha do Maine, Bill, Richie, Stan, Mike, Eddie, Ben e Beverly aprenderam o real sentido da amizade, do amor, da confiança e… do medo. O mais profundo e tenebroso medo. Naquele verão, eles enfrentaram pela primeira vez a Coisa, um ser sobrenatural e maligno que deixou terríveis marcas de sangue em Derry. Quase trinta anos depois, os amigos voltam a se encontrar. Uma nova onda de terror tomou a pequena cidade. Mike Hanlon, o único que permanece em Derry, dá o sinal. Precisam unir forças novamente. A Coisa volta a atacar e eles devem cumprir a promessa selada com sangue que fizeram quando crianças. Só eles têm a chave do enigma. Só eles sabem o que se esconde nas entranhas de Derry. O tempo é curto, mas somente eles podem vencer a Coisa. Em ‘It – A Coisa’, clássico de Stephen King em nova edição, os amigos irão até o fim, mesmo que isso signifique ultrapassar os próprios limites.

Minhas impressões

Ensaiava há muito tempo para ler esse livro, mas sempre deixava de lado pelo tamanho do livro e tinha que manter uma regularidade de resenhas aqui no blog. Bom vocês viram que a regularidade parou né? É, eu estava lendo It =)

…criança; se a vida ensina alguma coisa, é que há tantos finais felizes que o homem que acredita que Deus não existe precisa questionar seriamente sua racionalidade.

Essa resenha nem precisava existir uma vez que o livro foi escrito pelo Stephen King, mas todo bom livro merece uma resenha.

Algo que é sempre marcante nas obras do King é que ele sempre usa os medos mais simples, os mais comuns, para causar o máximo de estrago. Medos esses que ele mesmo tem ou teve quando mais novo. Por isso as obras ficam aterrorizantes.

Resenha: Big Jato – Xico Sá

/Editora Companhia das Letras/Resenhas/

Editora: Companhia das Letras
Autor: Xico Sá
ISBN: 9788535921816
Edição: 1
Número de páginas: 184
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Vale do Cariri, início da década de 1970. Um caminhão, apelidado carinhosamente de Big Jato, é destinado a esvaziar as fossas das casas sem encanamento do Crato. No parachoque, a frase “DIRIGIDO POR MIM, GUIADO POR DEUS”. O garoto ao lado do motorista pensa: “Não sou um nem o outro”.
O caminhão faz parte da vida do garoto. Com seu pai, percorre as ruas da cidade lidando com o dejeto alheio, enquanto acompanha um mundo em transformação. Assim como sua própria infância, algo ali parece estar chegando ao fim, e as mudanças não passam despercebidas aos dois.
Em Big Jato, o escritor e cronista Xico Sá cria, a partir de suas memórias, um retrato afetivo de uma juventude passada no Cariri. Estão lá os primeiros encontros com o amor e o rock. As paisagens e as pessoas que ele encontrou. As mudanças nas relações familiares. Um delicado mosaico das descobertas do garoto que enfrenta todas as dificuldades da entrada na vida adulta.
Leitores familiarizados com as crônicas e participações televisivas do autor podem se deparar aqui com o mesmo olhar lírico e frequentemente hilariante que Xico costuma dedicar aos relacionamentos e ao futebol. Mas irão se surpreender com a ficção do autor.
O que emerge de Big Jato é uma prosa madura, uma novela capaz de encapsular um tempo e um espaço onde humor e drama ocorrem nos pequenos momentos do dia a dia. E na boleia do Big Jato, com os Beatles tocando no rádio.

Minhas impressões

Se você nasceu no nordeste ou é descendente de nordestino a obra é, antes de mais nada, um resgate das histórias que viu ou ouviu e, para os que não estão no cenário da realidade contada, é um mergulho curioso e poético na adolescência de Xico Sá lá nos confins do mundo, o Cariri cearense em idos dos anos setenta. O autor pondera que a obra tem muito de biográfica e tudo aconteceu “mais ou menos” como é contado.

Resenha: Atômica – Antony Johnston

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Antony Johnston
ISBN: 9788594540461
Edição: 1
Número de páginas: 176
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Atômica: A Cidade Mais Fria é uma HQ com os melhores ingredientes de uma boa história de espionagem: ritmo tenso e uma trama que pode mudar a cada momento — no underground de Berlim Oriental, nada é exatamente o que parece —, e inclui um levante popular, contra-espionagem, deserções que dão errado e assassinatos secretos. E o resultado foi tão bem recebido que atômica já chegou ganhando o prêmio de melhor graphic novel pela Comixology, no ano em que foi publicada. Berlim, outubro de 1989. O muro que dividiu a Alemanha está prestes a cair, feito uma peça de dominó que acabará derrubando também a União Soviética e a impenetrável Cortina de Ferro. A Guerra Fria parece chegar ao fim, mas o assassinato de um agente secreto inglês do MI6 com informações inestimáveis — uma lista que contém os nomes de todos os espiões que atuam em Berlim — deixa claro que os dois lados ainda têm muito o que esconder, como até hoje. O destaque da graphic novel é o estilo sofisticado que os autores imprimem à história. Antony Johnston é o autor da premiada série de HQs Wasteland, roteirista do game Dead Space e escreveu para personagens como Wolverine e Demolidor. A arte é de Sam Hart, ilustrador inglês que mora no Brasil e tem no currículo quadrinhos como Juiz Dredd e Tropas Estelares. Atômica é para ler nos quadrinhos. Atômica é para ver no cinema. Atômica é para se perder nos becos escuros de uma Berlim que não se encontra nos livros de História.

Minhas impressões

Nessa resenha vou fazer algo um pouco diferente, vou comentar tanto sobre o HQ, quanto sobre o filme, pois os dois tem algumas diferenças cruciais. Primeiro sobre a HQ.

Resenha: Os Cavaleiros Dos Dinossauros – volume II – Victor Milán

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Victor Milán
ISBN: 9788594540492
Edição: 1
Número de páginas: 448
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 90 de 100 pontos
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O Paraíso é um mundo extenso, diversificado, muitas vezes cruel. Existem seres humanos no Paraíso, mas predominam os dinossauros: animais selvagens, monstros, animais de carga e de guerra. Cavaleiros blindados conduzem dinossauros para batalhar legiões de tricerátopos treinados pela guerra e suas equipes camponesas.
Karyl Bogomirsky é um cavaleiro que optou por reunir aqueles que buscam uma saída para a jornada de guerra e loucura. Mas o Império da Nuevaropa anunciou uma cruzada religiosa contra este reino pacífico e as pessoas que desejam viver em paz. Todos devem ser convertidos ou destruídos.

Minhas impressões

Pra quem leu a Resenha do livro anterior sabe que eu não gostei muito da história no primeiro volume. Isso devido a uma série de questões. Se você quiser saber do que estou falando é só ler a outra resenha aqui.

Mesmo com os ponto levantados no livro anterior, eu já havia decidido dar uma chance para o segundo volume. Para ajudar mais, recebi o segundo volume diretamente da Darkside (serie eternamente grato).

Resenha: A Guerra da Rainha Vermelha – Liar’s Keys – Mark Lawrence

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Mark Lawrence
ISBN: 9788594540485
Edição: 1
Número de páginas: 576
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Mark Lawrence, um dos autores de fantasia mais consagrados dos últimos anos, expande seu universo fantástico com uma nova e instigante trilogia. A DarkSide Books tem o prazer de apresentar A Guerra da Rainha Vermelha Volume 2: Liar’s Key. Jalan Kendeth, o neto da Rainha Vermelha e décimo na linha de sucessão ao trono, é um verdadeiro hedonista sem pretensões políticas, que se viu obrigado a abandonar sua boa vida após sofrer uma tentativa de assassinato. Para escapar, precisou se aliar a um perigoso guerreiro viking em Prince of Fools, volume que deu início a esta nova série.
Jalan queria apenas voltar ao vinho e às mulheres do Sul, mas Snorri tem outros planos. O viking deseja desafiar todo o Inferno se necessário for para trazer sua esposa e filhos de volta à vida. Os peões são jogados para se sacrificar e a Rainha Vermelha colocou ambos os homens em seu conselho. Quantos avanços tem visto a Irmã Silenciosa? Até onde eles chegarão antes que sua parte no jogo acabe?

Minhas impressões

Um ano mais ou menos aguardando essa sequência e valeu à pena (não que isso seja incentivo para o autor demorar mais um ano para o próximo =p). Como descrito no início do livro, o autor não usou do artifício que muitos outros autores usam, de ficar enfiando a recapitulação do livro anterior nas falas dos personagens. Ele faz um resumo logo nas primeiras páginas situando os mais esquecidos em que pé a história parou.

Resenha: A guerra não tem rosto de mulher – Svetlana Aleksiévitch

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/Editora Companhia das Letras/Resenhas/

Editora: Companhia das Letras
Autor: Svetlana Aleksiévitch
ISBN: 9788535927436
Edição: 1
Número de páginas: 392
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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A história das guerras costuma ser contada sob o ponto de vista masculino: soldados e generais, algozes e libertadores. Trata-se, porém, de um equívoco e de uma injustiça. Se em muitos conflitos as mulheres ficaram na retaguarda, em outros estiveram na linha de frente.
É esse capítulo de bravura feminina que Svetlana Aleksiévitch reconstrói neste livro absolutamente apaixonante e forte. Quase um milhão de mulheres lutaram no Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, mas a sua história nunca foi contada. Svetlana Aleksiévitch deixa que as vozes dessas mulheres ressoem de forma angustiante e arrebatadora, em memórias que evocam frio, fome, violência sexual e a sombra onipresente da morte.

Minhas impressões

Realizar a leitura de “A Guerra não tem nome de Mulher” é algo muito impactante e perturbador! Demorei para terminar o processo, tamanhas foram as inúmeras pausas para o choro, a raiva, a indignação e a reflexão sobre “como elas conseguiram”? Como qualquer um consegue?

Svetlana Aleksiévitch, ganhadora do prêmio Nobel de literatura em 2015, através de um misto de literatura e jornalismo desvela e apresenta memórias de um tempo de guerra, um período que precisa ser trazido à tona para que não seja repetido. Sempre insisto na questão da espiral da História, mas precisamos debater, colocar sobre a mesa e conversar sem medo para que possamos aprender a superar, reinventar.

Resenha: Manson – Jeff Guinn

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: Darkside Books
Autor: Jeff Guinn
ISBN: 9788566636314
Edição: 1
Número de páginas: 520
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Psicopata, vigarista, racista e cafetão. Olhos em chamas, barba por fazer, cabelos despenteados e uma suástica tatuada na testa. A diabólica imagem de Charles Manson está gravada no inconsciente popular e é reconhecidamente assustadora. Após quatro décadas dos seus terríveis atos, os assassinatos orquestrados por ele continuam a exercer um mórbido fascínio. Dezenas de livros já foram escritos sobre Manson nesses mais de quarenta anos, e agora uma meticulosa pesquisa desenvolvida pelo biógrafo Jeff Guinn surge como o guia definitivo do homem que entrou para a história como sinônimo do mal.

Minhas impressões

Procurei esse livro por um bom tempo. Tanto por se tratar de uma das melhores edições da Darkside, quanto por ser uma das biografias mais completas que eu vi.

Claro que já conhecia a história do Manson. Creio que todo mundo que nasceu em 80 ou 90 já tenha ouvido falar dele (apesar de algumas pessoas para quem mostrei o livro não terem reconhecido o nome). Mesmo conhecendo a história eu não sabia completamente o que havia acontecido, ou como havia acontecido. Principalmente não sabia quem ou quantas vítimas A Família matou.

Pra quem “gosta” das histórias ou dos casos de psicopatas, sabe o básico da personalidade e da influência que a infância tem na criação de um psicopata. Geralmente quando criança um psicopata sofre abusos ou maus tratos, desde espancamentos à abusos sexuais. Há também casos de quando criança um psicopata possa ter tido maus exemplos ou uma educação negligente (não educação acadêmica). Obviamente existem alguns estudos que associam uma certa deficiência no córtex orbito-frontal (uma região acima dos olhos), que é responsável por tomadas de decisão e conduta ética, à psicopatas. Outra possibilidade é uma presença de um gene chamado de “gene guerreiro”, ou gene maoa, que acaba deixando o cérebro insensível ao efeito calmante da serotonina, mas em resumo, o background, o histórico da pessoa é que acaba influenciando mais na psicopatia.

Resenha: Grau 26 – Anthony E. Zuiker

/Editora Record/Resenhas/

Editora: Record
Autor: Anthony E. Zuiker | Duane Swierczynski
ISBN: 9788501088833
Edição: 1
Número de páginas: 434
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 50 de 100 pontos
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Anthony E. Zuiker, visionário criador de CSI, apresenta o primeiro romance digital interativo sobre a mais brutal série de crimes do mundo. O perito Steve Dark e sua equipe têm nas mãos o mais terrível assassino de todos os tempos. Um homem tão perverso que não se encaixa nos 25 graus de psicopatia estipulados pela lei. Para ele, é necessário criar o grau 26. Um livro eletrizante e inovador, a primeira experiência literária de conversão de mídias.

Minhas impressões

Esse livro estava na minha lista de leitura já faz um bom tempo e ainda estou em dúvida se não era melhor tê-lo deixado lá. Vou explicar a seguir.

O livro traz a história de um novo grau na escala psiquiátrica que mede a maldade. Pra você, assim como eu, que não sabia que existia isso, a escala conta com vinte e dois níveis de maldade que vão desde matar alguém em auto defesa, até psicopatas que torturam por anos e depois matam as vítimas. No livro somos apresentados a vinte e cinco níveis e surge o vigésimo sexto.

Resenha: O instinto de morte – Jed Rubenfeld

/Editora Paralela/Resenhas/

Editora: Paralela
Autor: Jed Rubenfeld
ISBN: 9788565530033
Edição: 1
Número de páginas: 400
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Uma bomba explode na Wall Street. É 16 de setembro de 1920. O sol está a pino. A catástrofe soma 36 mortos e mais de trezentos feridos, no que é considerado o primeiro grande ataque terrorista aos Estados Unidos. Esse é o ponto de partida de ‘O instinto de morte’, um thriller que combina elementos de romance histórico a um clima ‘noir’.

Minhas impressões

Peguei esse livro claramente pelo nome, numa dessas feiras de livros no shopping. Em meio a tanta notícia recente sobre terrorismo, além do nome, o assunto me chamou atenção: O maior atentado terrorista (até 2011) em solo americano e que até hoje não foi resolvido.

“Quem você deve assassinar se odeia todo um país? No velhos tempos teria sido o rei. Ataque o rei da Inglaterra, e estará atacando a própria Inglaterra. Mas um presidente? Um presidente é apenas um político que de qualquer modo, terá ido embora em poucos anos. Numa democracia é preciso tirar o assassinato de dentro do palácio. Você precisa assassinar pessoas.”