Resenha: Os Cavaleiros Dos Dinossauros – volume II – Victor Milán

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Victor Milán
ISBN: 9788594540492
Edição: 1
Número de páginas: 448
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 90 de 100 pontos
Compre: Amazon

O Paraíso é um mundo extenso, diversificado, muitas vezes cruel. Existem seres humanos no Paraíso, mas predominam os dinossauros: animais selvagens, monstros, animais de carga e de guerra. Cavaleiros blindados conduzem dinossauros para batalhar legiões de tricerátopos treinados pela guerra e suas equipes camponesas.
Karyl Bogomirsky é um cavaleiro que optou por reunir aqueles que buscam uma saída para a jornada de guerra e loucura. Mas o Império da Nuevaropa anunciou uma cruzada religiosa contra este reino pacífico e as pessoas que desejam viver em paz. Todos devem ser convertidos ou destruídos.

Minhas impressões

Pra quem leu a Resenha do livro anterior sabe que eu não gostei muito da história no primeiro volume. Isso devido a uma série de questões. Se você quiser saber do que estou falando é só ler a outra resenha aqui.

Mesmo com os ponto levantados no livro anterior, eu já havia decidido dar uma chance para o segundo volume. Para ajudar mais, recebi o segundo volume diretamente da Darkside (serie eternamente grato).

Aniversário 6 anos!

/Editora Companhia das Letras/Editora DarkSide Books/Promoções/

E hoje (na verdade ontem) completamos mais um ano de vida! Mesmo cheio de trabalho, viagens (a trabalho) e muita correria, nós conseguimos manter um bom ritmo de leitura e resenhas.

O que comento sempre com a Dagmar, minha colega e autora de resenhas excepcionais, é que o Estante dos Sonhos é um local para liberarmos nossas ideias e expressar como aquele livro resenhado importou para nós. Sempre que convido alguém pra resenhar, expresso que aqui não existe obrigação e sim o prazer de escrever =)

Portanto, para celebrar como todo ano, sortearemos livros!!! São 6 para ser exato =) E nada mais justo do que sortearmos os livro dos autores e editoras que mais falamos esse ano. Serão:

Resenha: A Guerra da Rainha Vermelha – Liar’s Keys – Mark Lawrence

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Mark Lawrence
ISBN: 9788594540485
Edição: 1
Número de páginas: 576
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Amazon

Mark Lawrence, um dos autores de fantasia mais consagrados dos últimos anos, expande seu universo fantástico com uma nova e instigante trilogia. A DarkSide Books tem o prazer de apresentar A Guerra da Rainha Vermelha Volume 2: Liar’s Key. Jalan Kendeth, o neto da Rainha Vermelha e décimo na linha de sucessão ao trono, é um verdadeiro hedonista sem pretensões políticas, que se viu obrigado a abandonar sua boa vida após sofrer uma tentativa de assassinato. Para escapar, precisou se aliar a um perigoso guerreiro viking em Prince of Fools, volume que deu início a esta nova série.
Jalan queria apenas voltar ao vinho e às mulheres do Sul, mas Snorri tem outros planos. O viking deseja desafiar todo o Inferno se necessário for para trazer sua esposa e filhos de volta à vida. Os peões são jogados para se sacrificar e a Rainha Vermelha colocou ambos os homens em seu conselho. Quantos avanços tem visto a Irmã Silenciosa? Até onde eles chegarão antes que sua parte no jogo acabe?

Minhas impressões

Um ano mais ou menos aguardando essa sequência e valeu à pena (não que isso seja incentivo para o autor demorar mais um ano para o próximo =p). Como descrito no início do livro, o autor não usou do artifício que muitos outros autores usam, de ficar enfiando a recapitulação do livro anterior nas falas dos personagens. Ele faz um resumo logo nas primeiras páginas situando os mais esquecidos em que pé a história parou.

Resenha: A guerra não tem rosto de mulher – Svetlana Aleksiévitch

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/Editora Companhia das Letras/Resenhas/

Editora: Companhia das Letras
Autor: Svetlana Aleksiévitch
ISBN: 9788535927436
Edição: 1
Número de páginas: 392
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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A história das guerras costuma ser contada sob o ponto de vista masculino: soldados e generais, algozes e libertadores. Trata-se, porém, de um equívoco e de uma injustiça. Se em muitos conflitos as mulheres ficaram na retaguarda, em outros estiveram na linha de frente.
É esse capítulo de bravura feminina que Svetlana Aleksiévitch reconstrói neste livro absolutamente apaixonante e forte. Quase um milhão de mulheres lutaram no Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, mas a sua história nunca foi contada. Svetlana Aleksiévitch deixa que as vozes dessas mulheres ressoem de forma angustiante e arrebatadora, em memórias que evocam frio, fome, violência sexual e a sombra onipresente da morte.

Minhas impressões

Realizar a leitura de “A Guerra não tem nome de Mulher” é algo muito impactante e perturbador! Demorei para terminar o processo, tamanhas foram as inúmeras pausas para o choro, a raiva, a indignação e a reflexão sobre “como elas conseguiram”? Como qualquer um consegue?

Svetlana Aleksiévitch, ganhadora do prêmio Nobel de literatura em 2015, através de um misto de literatura e jornalismo desvela e apresenta memórias de um tempo de guerra, um período que precisa ser trazido à tona para que não seja repetido. Sempre insisto na questão da espiral da História, mas precisamos debater, colocar sobre a mesa e conversar sem medo para que possamos aprender a superar, reinventar.

Curiosidade: Os mais vendidos de Setembro – Fantasia

/Curiosidades/

A Amazon montou uma lista excelente com os livros de fantasia mais vendidos em Setembro. Dá uma olhada e comente se você concorda com a lista =]

1 – O Pequeno Príncipe
Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida.
Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança.
Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor. Compre aqui
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Resenha: Manson – Jeff Guinn

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: Darkside Books
Autor: Jeff Guinn
ISBN: 9788566636314
Edição: 1
Número de páginas: 520
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Amazon

Psicopata, vigarista, racista e cafetão. Olhos em chamas, barba por fazer, cabelos despenteados e uma suástica tatuada na testa. A diabólica imagem de Charles Manson está gravada no inconsciente popular e é reconhecidamente assustadora. Após quatro décadas dos seus terríveis atos, os assassinatos orquestrados por ele continuam a exercer um mórbido fascínio. Dezenas de livros já foram escritos sobre Manson nesses mais de quarenta anos, e agora uma meticulosa pesquisa desenvolvida pelo biógrafo Jeff Guinn surge como o guia definitivo do homem que entrou para a história como sinônimo do mal.

Minhas impressões

Procurei esse livro por um bom tempo. Tanto por se tratar de uma das melhores edições da Darkside, quanto por ser uma das biografias mais completas que eu vi.

Claro que já conhecia a história do Manson. Creio que todo mundo que nasceu em 80 ou 90 já tenha ouvido falar dele (apesar de algumas pessoas para quem mostrei o livro não terem reconhecido o nome). Mesmo conhecendo a história eu não sabia completamente o que havia acontecido, ou como havia acontecido. Principalmente não sabia quem ou quantas vítimas A Família matou.

Pra quem “gosta” das histórias ou dos casos de psicopatas, sabe o básico da personalidade e da influência que a infância tem na criação de um psicopata. Geralmente quando criança um psicopata sofre abusos ou maus tratos, desde espancamentos à abusos sexuais. Há também casos de quando criança um psicopata possa ter tido maus exemplos ou uma educação negligente (não educação acadêmica). Obviamente existem alguns estudos que associam uma certa deficiência no córtex orbito-frontal (uma região acima dos olhos), que é responsável por tomadas de decisão e conduta ética, à psicopatas. Outra possibilidade é uma presença de um gene chamado de “gene guerreiro”, ou gene maoa, que acaba deixando o cérebro insensível ao efeito calmante da serotonina, mas em resumo, o background, o histórico da pessoa é que acaba influenciando mais na psicopatia.

Resenha: Grau 26 – Anthony E. Zuiker

/Editora Record/Resenhas/

Editora: Record
Autor: Anthony E. Zuiker | Duane Swierczynski
ISBN: 9788501088833
Edição: 1
Número de páginas: 434
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 50 de 100 pontos
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Anthony E. Zuiker, visionário criador de CSI, apresenta o primeiro romance digital interativo sobre a mais brutal série de crimes do mundo. O perito Steve Dark e sua equipe têm nas mãos o mais terrível assassino de todos os tempos. Um homem tão perverso que não se encaixa nos 25 graus de psicopatia estipulados pela lei. Para ele, é necessário criar o grau 26. Um livro eletrizante e inovador, a primeira experiência literária de conversão de mídias.

Minhas impressões

Esse livro estava na minha lista de leitura já faz um bom tempo e ainda estou em dúvida se não era melhor tê-lo deixado lá. Vou explicar a seguir.

O livro traz a história de um novo grau na escala psiquiátrica que mede a maldade. Pra você, assim como eu, que não sabia que existia isso, a escala conta com vinte e dois níveis de maldade que vão desde matar alguém em auto defesa, até psicopatas que torturam por anos e depois matam as vítimas. No livro somos apresentados a vinte e cinco níveis e surge o vigésimo sexto.

Resenha: O instinto de morte – Jed Rubenfeld

/Editora Paralela/Resenhas/

Editora: Paralela
Autor: Jed Rubenfeld
ISBN: 9788565530033
Edição: 1
Número de páginas: 400
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Uma bomba explode na Wall Street. É 16 de setembro de 1920. O sol está a pino. A catástrofe soma 36 mortos e mais de trezentos feridos, no que é considerado o primeiro grande ataque terrorista aos Estados Unidos. Esse é o ponto de partida de ‘O instinto de morte’, um thriller que combina elementos de romance histórico a um clima ‘noir’.

Minhas impressões

Peguei esse livro claramente pelo nome, numa dessas feiras de livros no shopping. Em meio a tanta notícia recente sobre terrorismo, além do nome, o assunto me chamou atenção: O maior atentado terrorista (até 2011) em solo americano e que até hoje não foi resolvido.

“Quem você deve assassinar se odeia todo um país? No velhos tempos teria sido o rei. Ataque o rei da Inglaterra, e estará atacando a própria Inglaterra. Mas um presidente? Um presidente é apenas um político que de qualquer modo, terá ido embora em poucos anos. Numa democracia é preciso tirar o assassinato de dentro do palácio. Você precisa assassinar pessoas.”

Resenha: Abominação – Gary Whitta

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: Darkside Books
Autor: Gary Whitta
ISBN: 9788566636796
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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O primeiro romance de Gary Whitta, também autor do aclamado star wars: Rogue One, é uma aventura para os leitores mais valentes. Whitta transforma o gore em momentos de grande beleza. Abominação é uma mistura épica entre fantasia histórica, ficção científica e a magia da cultura nórdica.
A era medieval é muito mais conhecida por seus mistérios do que por seus registros históricos. Talvez seja melhor assim. Há quem acredite que estaremos mais seguros enquanto não soubermos de toda a verdade. Mas quem disse que as lendas não podem ser mais reais do que você imagina? Abominação reconta um dos capítulos mais sangrentos da história da Inglaterra: as invasões vikings do século ix. Apresentando personagens e batalhas reais, sua narrativa vai muito além do que poderíamos encontrar nos livros de história. Com influências de Lovecraft a Game of Thrones, vem sendo recebido mundo afora como um novo clássico para fãs do gênero.
O reino de Wessex foi o único da Inglaterra que escapou dos invasores nórdicos. Seu rei, Alfredo, negocia um acordo com os bárbaros do Mar do Norte, mesmo sabendo que eles não são adeptos da paz. É preciso estar preparado, a guerra pode recomeçar há qualquer momento. O arcebispo da Cantuária oferece proteção ao reino, através de feitiços descobertos por ele em velhos pergaminhos. O rei só não poderia imaginar que a magia seria ainda mais perigosa que os próprios vikings.

Minhas impressões

Dessa vez não tecerei elogios para as capas e o trabalho magnífico da Darkside em seus livros. Vocês já devem saber disso de tanto que eu falo =)

Vi Abominação na entrada da livraria e não tive como não percebê-lo. Já conhecia o autor Gary Whitta por ter escrito a história de Star Wars: Rogue One e fiquei curioso para ler outra obra dele.

Indra observou o homem de perto quando a percepção da morte iminente começou. Ela não apreciava o sofrimento alheio, mas se permitiu a satisfação daquele momento…

Resenha: Bom dia Verônica – Andrea Killmore

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: Darkside Books
Autor: Andrea Killmore
ISBN: 9788594540171
Edição: 1
Número de páginas: 256
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Andrea Killmore faz sua estreia com um livro que está destinado a se tornar uma referência na literatura policial brasileira. Amiga íntima do perigo, ela é uma revelação que não pode ser revelada, e seu verdadeiro nome continua um mistério. Em outra vida, ela foi alguém importante dentro da polícia. Após trabalhar infiltrada em um caso e sofrer uma grande perda pessoal, viu-se obrigada a assumir uma nova identidade. E com ela, uma nova vocação. Assim nasceu Andrea Killmore. Em ‘Bom dia, Verônica’, acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado. Andrea Killmore compõe thrillers como os grandes mestres, e sua experiência de vida confere uma autenticidade que poucas vezes encontramos em suspenses policiais, vibrante e cruel — como a realidade.

Minhas impressões

Demorei bastante para fazer essa resenha, mas não que o livro não merecesse, mas por falta de tempo mesmo. Desde que li o livro não sai da cabeça.

Como sempre as capas dos livros da Darkside são lindas e sempre dou preferência aos títulos deles quando vou comprar um novo livro (mesmo tendo trinta e tantos outros para ler). O nome do livro não revela quase nada sobre o mesmo, porém o nome da autora é bem sugestivo. Andréa Killmore.