Resenha: O Profeta – Khalil Gibran

/Editora Martin & Claret/Resenhas/

Editora: Martin Claret
Autor: Khalil Gibran
ISBN: 9788572329897
Edição: 1
Número de páginas: 140
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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O profeta, obra-prima de Khalil Gibran, lançado em 1923, é um livro que inspira por meio de uma filosofia simples: viver bem com os nossos pensamentos, comportamentos e escolhas. Com sábias palavras, o autor propõe uma reflexão sobre a bondade e a beleza da vida. O profeta é uma obra acessível, para ler em todas as fases da vida, pois nos ensina sobre o amor, o trabalho, a alegria, a morte entre outros temas universais, por isso é um livro tão aclamado, com muitas edições e um grande número de leitores.

Minhas impressões

A primeira vez que ouvi falar de Khalil Gibran foi em uma aula da graduação, imersa na beleza singular do sugestivo nome de “as montanhas do Líbano” e seu cenário de neve e as cores das flores num lugar de cultura tão diferente da nossa.

O professor falou poeticamente da biografia de um cara muito à frente de seu tempo e de uma sensibilidade aguda e acima dos meros mortais que, como nós, ali estavam conhecendo sua vida e obra.
Desde então, sempre que posso ou “o livro me chama”, faço a leitura de “O Profeta”. Publicado em 1923 é daqueles em que podemos desfrutar inteiramente apenas em uma tarde preguiçosa, mas as reflexões provocadas nas poucas páginas nos acompanham por semanas a fio.

Resenha: Deuses americanos – Neil Gaiman

/Editora Intrínseca/Resenhas/

Editora: Intrínseca
Autor: Neil Gaiman
ISBN: 9788551000724
Edição: 1
Número de páginas: 608
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Obra-prima de Neil Gaiman, Deuses americanos é relançado pela Intrínseca com conteúdo extra, em Edição Preferida do Autor. “Deuses americanos” é, acima de tudo, um livro estranho. E foi essa estranheza que tornou o romance de Neil Gaiman, publicado pela primeira vez em 2001, um clássico imediato. Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução. A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura.
O que Gaiman constrói em Deuses americanos é um amálgama de múltiplas referências, uma mistura de road trip, fantasia e mistério — um exemplo máximo da versatilidade e da prosa lúdica e ao mesmo tempo cortante de Neil Gaiman, que, ao falar sobre deuses, fala sobre todos nós. “Deuses americanos” foi adaptado para a TV em série com estreia prevista para 2017, com roteiro do próprio Neil Gaiman e produção de Bryan Fuller (das séries Hannibal e Pushing Daisies e dos filmes da franquia Star Trek). Juntos, os livros de Neil Gaiman lançados pela Intrínseca já venderam mais de 100 mil exemplares. “Original, arrebatador e infinitamente criativo.”

Minhas impressões

Contando essa versão da resenha, eu devo ter tentado escrever sobre esse livro umas treze vezes e ainda assim foi difícil.

Resenha: Primeiro amor – Ivan Turguêniev

/Editora L&PM/Resenhas/

Editora: L&PM
Autor: Ivan Turguêniev
ISBN: 9788525415042
Edição: 1
Número de páginas: 114
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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O primeiro amor, esse sentimento avassalador e intoxicante, que paralisa e faz sofrer, se desdobra, nas mãos de Ivan Turguêniev (1818-1883), em infinitas histórias que na verdade são uma só: a história de um amor platônico. O grande autor russo abraça esse sentimento universal como ninguém e cria um dos seus mais festejados livros.
Vladimir Petróvitch, um garoto de 16 anos, cai de amores pela vizinha, Zinaída Alexándrovna, de 21 anos, filha de princesa e dona de uma beleza arrebatadora. Mas o destino de amores platônicos todos sabem qual é… E Turguêniev, na sua genialidade, soube ir além. Publicado em 1860, Primeiro amor reflete todo o lirismo e o frescor da primeira vez que o coração acelera por alguém.

Minhas impressões

Primeiro Amor é um livro daqueles que achamos fofos no melhor sentido da palavra porque é impossível durante sua leitura não rememorar o “nosso” primeiro amor e toda a carga de ingenuidade e urgência nele contido.

Resenha: Cash, A autobiografia de Johnny Cash – Patrick Carr

/Editora Leya/Resenhas/

Editora: LeYa
Autor: Patrick Carr
ISBN: 9788580444476
Edição: 1
Número de páginas: 280
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Conheça Johnny Cash, a lenda da música country americana, em suas facetas. Nesta autobiografia, Johnny Cash diz sobre seus altos e baixos, as lutas e vitórias conquistadas a duras penas, e as pessoas que o influenciaram durante sua trajetória.
Cash desfaz mitos e descreve sua história. Das alegrias da sua infância em Dyess, no Arkansas, ao estrelato em Nashville, no Tennessee. Da emoção de se apresentar com Elvis, a suas batalhas contra com o vício em drogas e álcool e a devoção de sua esposa, June. Nesta obra também estão presentes os amigos de uma vida inteira, como Willie Nelson, Roy Orbison, Bob Dylan, e Kris Kristofferson.

Minhas impressões

Já há algum tempo conhecia o nome e algumas músicas do johnny Cash, mas nunca havia parado para prestar atenção. O termo country não me chamava muito atenção e eu deixava passar.

Depois de aprender um pouco mais sobre o country (graças ao The Voice e o Blake Shelton) comecei a perceber mais o Cash e finalmente, quando ouvi a música Hurt no final do filme “A Colombiana” (Ah a Zöe Saldaña, escreveria outro post só pra falar dela).

Voltando do devaneio. Quando ouvi Hurt e depois novamente, entendendo a letra, eu pensei: “Uma pessoa que escreve uma letra dessas, tão profunda, não pode ser um artista qualquer”. Tudo bem que só descobri recentemente que a letra é originalmente do Trent Reznor, vocalista do Nine Inch Nails, mas ele próprio disse após a regravação do Cash que a música pertencia ao Johnny e realmente, após ler a biografia, a música não poderia pertencer a mais ninguém.

Resenha: Os Senhores dos Dinossauros – Victor Milán

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Victor Milán
ISBN: 9788566636741
Edição: 1
Número de páginas: 480
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 80 de 100 pontos
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Em “Os Senhores dos Dinossauros”, Victor Milán consegue materializar um sonho que milhares de leitores compartilham secretamente desde a infância: cavalgar os gigantes répteis pré-históricos, como o terrível Tiranossauro Rex. O romance se passa no Império da Nuevaropa, um continente claramente inspirado na Europa do século XIV. Cultura e costumes, religião, conflitos políticos, tecnologia e armamento são compatíveis com o último período da Idade Média. Mas neste mundo, construído pelos Oito Criadores, os dinossauros também fazem parte do arsenal de guerra.
Os Senhores dos Dinossauros é o primeiro livro de uma Trilogia desenvolvida por Victor Milán, autor de mais de 100 romances de ficção científica e fantasia. Ele também é um dos fundadores e coescritores do projeto Wild Cards, de Melinda M. Snodgrass e George R. R. Martin. O autor de Guerra dos Tronos, amigo pessoal de Milan, define o que os leitores podem esperar de Os Senhores dos Dinossauros: “É como um encontro de Jurassic Park com Game of Thrones.”
A luxuosa edição brasileira de Os Senhores dos Dinossauros vem em capa dura, com ilustrações originais de Richard Anderson, artista que desenvolveu concepts para filmes de Hollywood como Os Guardiões da Galáxia, Thor: O Mundo Sombrio, Gravidade e Prometheus.

Minhas impressões

Resenha: Os Pássaros – Frank Baker

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Frank Baker
ISBN: 9788566636437
Edição: 1
Número de páginas: 304
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 80 de 100 pontos
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Você conhece o filme. É um dos maiores clássicos de Alfred Hitchcock, de 1963. Nos créditos, consta que a história é baseada no conto Os Pássaros, de Daphne du Marier, escritora que o mestre do suspense já havia adaptado antes. Quase trinta anos após seu lançamento, o romance de Frank Baker ganharia repercussão quando o autor ameaçou processar Hitchcock e Daphne Du Maurier. Para deixar essa estranha coincidência com ares de plano macabro: Daphne era prima do antigo editor de Frank Baker, o inglês Peter Davies, e chegou a trabalhar com o parente. No ano em que se celebra os 80 anos da primeira edição, a DarkSide® Books orgulhosamente apresenta o livro Os Pássaros para todos os leitores e cinéfilos brasileiros apaixonados por um bom susto, um retrato sombrio e acurado de uma Londres pré-Guerra, como se Baker conseguisse vislumbrar o futuro próximo de terror e feitos inomináveis apresentado pela Segunda Guerra Mundial.

Minhas impressões

Resenha: Terra dos Homens – Antoine de Saint-Exupéry

/Resenhas/

Editora: Nova Fronteira
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
ISBN: 9788520940297
Edição: 1
Número de páginas: 142
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Saint-Exupéry, nascido em 1900, em Lyon, França, conta nesse livro de memórias como descobriu sua vocação aos 12 anos, ao voar pela primeira vez em um balão. Piloto civil aos 21 anos, aos 26 passa a integrar a equipe de pioneiros que, em pequenos aparelhos a hélice, sem conforto ou pressurização, sobrevoa o Saara e a cadeia andina para levar à Àfrica e à América do Sul o correio aéreo da Europa. Além de exímio piloto, ele se tornaria célebre ao escrever ‘O pequeno príncipe’.

Minhas impressões

A paixão pela narrativa contada em “O Pequeno Príncipe” onde a leveza dos valores universais estão postos e a jornada do herói é desbravada de uma maneira tão simples que chega a espantar, me levaram a procurar saber mais do francês Antoine de Saint-Exupéry, escritor, ilustrador e piloto apaixonado por mecânica.

Resenha: O Homem que caiu na Terra – Walter Tevis

/Uncategorised/

Editora: Darkside Books
Autor: Walter Tevis
ISBN: 9788594540058
Edição: 1
Número de páginas: 224
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Poesia e beleza de outro mundo
“O Homem que Caiu na Terra” tornou-se um verdadeiro clássico da literatura e uma das mais refinadas, sutis e delicadas ficções científicas já escritas. Publicado originalmente em 1963, ganhou reconhecimento em todo o planeta com a adaptação para o cinema dirigida por Nicolas Roeg em 1976. O filme também marcou a estreia de David Bowie no cinema encarnando o protagonista alienígena — para quem o papel parece ter sido especialmente pensado (o que não foi o caso): um ser andrógino, impúbere, alto para os padrões terráqueos, delicado, magro, polido e que tenta se adaptar à vida terrestre para sobreviver entre os humanos.

Minhas impressões

Vocês já devem ter visto em alguma resenha eu elogiando o trabalho da Darkside. Eu não precisaria me repetir, mas o trabalho deles é incrível. Tudo no livro é lindo. Desde a tipografia, até os espaçamentos, gramatura da folhas, as entre capas, a tonalidade e tipo de folhas, etc. É uma obra de arte à parte.

Resenha: Holocausto Brasileiro – Daniela Arbex

/Editora Geração/Resenhas/

Editora: Geração
Autor: Daniela Arbex
ISBN: 9788581301570
Edição: 1
Número de páginas: 256
Acabamento: Brochura
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Durante décadas, milhares de pacientes foram internados à força, sem diagnóstico de doença mental, num enorme hospício na cidade de Barbacena, em Minas Gerais. Ali foram torturados, violentados e mortos sem que ninguém se importasse com seu destino. Eram apenas epilépticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, meninas grávidas pelos patrões, mulheres confinadas pelos maridos, moças que haviam perdido a virgindade antes do casamento.
Ninguém ouvia seus gritos. Jornalistas famosos, nos anos 60 e 70, fizeram reportagens denunciando os maus tratos. Nenhum deles – como faz agora Daniela Arbex – conseguiu contar a história completa. O que se praticou no Hospício de Barbacena foi um genocídio, com 60 mil mortes.
Um holocausto praticado pelo Estado, com a conivência de médicos, funcionários e da população.

Minhas impressões

Eu leio bastante livros históricos. Muitos eu nem escrevo resenhas aqui, pois são assuntos muito similares, além que demoro séculos para terminar.

Resenha: Desonra – J. M. Coetzee

/Editora Companhia das Letras/Resenhas/

Editora: Suma de Letras
Autor: Stephen King
ISBN: 9788535900804
Edição: 1
Número de páginas: 248
Acabamento: Brochura
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Sucesso de público e crítica – foi publicado em mais de vinte países e ganhou o Booker Prize, o mais importante prêmio literário da Inglaterra -, Desonra é considerado o melhor romance de J. M. Coetzee. O livro conta a história de David Lurie, um homem que cai em desgraça. Lurie é um professor de literatura que não sabe como conciliar sua formação humanista, seu desejo amoroso e as normas politicamente corretas da universidade onde dá aula. Mesmo sabendo do perigo, ele tem um caso com uma aluna. Acusado de abuso, é expulso da universidade e viaja para passar uns dias na propriedade rural da filha, Lucy.
No campo, esse homem atormentado toma contato com a brutalidade e o ressentimento da África do Sul pós-apartheid. Com personagens vivos, com um ritmo narrativo que magnetiza o leitor, Desonra investiga as relações entre as classes, os sexos, as raças, tratando dos choques entre um passado de exploração e um presente de acerto de contas, entre uma cultura humanista e uma situação social explosiva.

Minhas impressões

Ler Desonra é garantir por um bom tempo aquele sem-número de reflexões sobre processo histórico, questões que permeiam envelhecimento, sentido da vida, mediocridade e por aí vai dependendo apenas do perfil e momento vivido pelo leitor. A única certeza é a de que é uma história em que ficamos presos do início ao fim e simplesmente não conseguimos parar.