Resenha: Nosferatu – Joe Hill

/Editora Arqueiro/Resenhas/

Editora: Arqueiro
Autor: Joe Hill
ASIN: 9788580412970
Edição: 1
Número de páginas: 624
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 50 de 100 pontos
Compre: Amazon

Victoria McQueen tem um misterioso dom: por meio de uma ponte no bosque perto de sua casa, ela consegue chegar de bicicleta a qualquer lugar no mundo e encontrar coisas perdidas. Vic mantém segredo sobre essa sua estranha capacidade, pois sabe que ninguém acreditaria. Ela própria não entende muito bem.
Charles Talent Manx também tem um dom especial. Seu Rolls-Royce lhe permite levar crianças para passear por vias ocultas que conduzem a um tenebroso parque de diversões: a Terra do Natal. A viagem pela autoestrada da perversa imaginação de Charlie transforma seus preciosos passageiros, deixando-os tão aterrorizantes quanto seu aparente benfeitor.
E chega então o dia em que Vic sai atrás de encrenca… e acaba encontrando Charlie.
Mas isso faz muito tempo e Vic, a única criança que já conseguiu escapar, agora é uma adulta que tenta desesperadamente esquecer o que passou. Porém, Charlie Manx só vai descansar quando tiver conseguido se vingar. E ele está atrás de algo muito especial para Vic.
Perturbador, fascinante e repleto de reviravoltas carregadas de emoção, a obra-prima fantasmagórica e cruelmente brincalhona de Hill é uma viagem alucinante ao mundo do terror.

Minhas impressões

Depois de mais de um ano encostado, eu terminei este livro. Comecei a ler logo após um acidente que sofri e achei que minha desistência do livro de Joe Hill, tinha sido pelo fato de estar entediado e de cama há mais de dois meses, mas não, não foi por isso e vou tentar explicar.

Resenha: Perdido em Marte – Andy Weir

/Editora Arqueiro/Resenhas/

Editora: Arqueiro
Autor: Andy Weir
ASIN: 9788580413359
Edição: 1
Número de páginas: 336
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Amazon

Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho.
Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente.
Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate.
Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico – e um senso de humor inabalável –, ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência.
Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá.
Com um forte embasamento científico real e moderno, Perdido em Marte é um suspense memorável e divertido, impulsionado por uma trama que não para de surpreender o leitor.

Minhas impressões

Perdido em Marte é muito legal! Livro de ficção científica cheio de humor, ironia e que consegue ser muito feliz contando uma história que mistura conhecimento científico e luta pela sobrevivência.

Em virtude de um acidente durante uma missão em terras marcianas, a equipe acredita que o colega morreu e acaba, em meio a uma tempestade, deixando o corpo do astronauta para trás. Acordado e percebendo o que ocorreu, tem início então toda a heroica jornada de Mark Watney que, diante de sua condição extrema, vai buscar de maneira racional e científica, manter-se vivo até a próxima missão ao planeta.

Resenha: Feche bem os olhos – John Verdon

/Editora Arqueiro/Resenhas/

Editora: Arqueiro
Autor: John Verdon
ASIN: 9788580410730
Edição: 1
Número de páginas: 558
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Amazon

David Gurney sempre foi viciado em resolver enigmas. Mesmo dois anos depois de ter trocado a carreira policial pela pacata vida no campo, sua mente investigativa não consegue resistir a uma boa charada. Foi assim com o caso do Assassino dos Números, um ano antes. Agora, a história se repete quando ele é convidado para trabalhar como consultor e ajudar a polícia a desvendar um instigante homicídio.
Jillian Perry, uma jovem de 19 anos, foi morta de maneira brutal no dia do próprio casamento. Todas as pistas apontam para um misterioso jardineiro, só que nada mais na história se encaixa: o motivo, o lugar onde a arma do crime foi deixada e, principalmente, o modus operandi.

Minhas impressões

Conheci o autor John Verdon depois de uma parceria com a Arqueiro onde recebi o livro “Não brinque com fogo” para resenhar. Posso afirmar com certeza que este autor entrou no meu “hall da fama”. São poucos os autores que ainda conseguem me surpreender hoje em dia. Não, não estou sendo arrogante, muitos autores hoje acabam repetindo muito o enredo e isso torna a trama previsível. O que não é o caso aqui.

David Gurney é um ex-detetive de Nova York, agora aposentado. Muito premiado em seus dias de serviço pela sagacidade e destreza ao resolver casos que pareciam impossíveis. Em seu último caso ele ganhou grande notoriedade, porém como diria Tio Ben “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”. Seu último caso quase foi mortal, tanto para ele, quanto para seu casamento. Com isso ele resolve de fato se aposentar.

Resenha: Alta tensão – Harlan Coben

/Editora Arqueiro/Resenhas/

Editora: Arqueiro
Autor: Harlan Coben
ASIN: 9788580410211
Edição: 1
Número de páginas: 272
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Amazon

Um dos autores mais lidos no mundo, Harlan Coben traz uma nova história com seu personagem mais premiado. Myron Bolitar ficará frente a frente com um passado de mentiras e traição. Uma mensagem anônima deixada no Facebook da ex-estrela do tênis Suzze T põe em dúvida a paternidade de seu filho. Grávida de oito meses, ela pede a ajuda de seu agente e amigo Myron Bolitar para descobrir o responsável por essa intriga e trazer de volta seu marido, o astro do rock Lex Ryder, que saiu de casa depois de ler o texto. Descobrir o paradeiro de Lex não é tarefa difícil para um ex-agente do FBI. Mas, na mesma boate onde o encontra, Myron é surpreendido ao ver Kitty, a mulher que fugiu com seu irmão, Brad, e o afastou para sempre da família. Tentando ajudar a amiga e reencontrar o irmão mais novo, Myron se vê preso numa rede de segredos obscuros que põe em risco as pessoas que ele mais ama. Agora, só a verdade poderá salvá-las. Mas, para que ela prevaleça, nenhuma mentira pode restar – seja ela de Suzze, Lex, Kitty ou do próprio Myron. Nesta premiada história, Harlan Coben mais uma vez consegue construir uma trama envolvente, que fala de fama, ganância e rivalidade e surpreende por seu toque humano. Na aventura mais difícil de Myron Bolitar, seu passado vem à tona e, junto com ele, feridas que jamais se fecharão.

Minhas impressões

Havia acabado de ler outro livro do Harlan Coben e não tinha gostado muito (o que é estranho, mas você pode ver melhor do que eu estou falando aqui), portanto comecei a ler Alta Tensão pra tirar a dúvida se era problema com meu gosto, ou se a obra não foi da qualidade que estou acostumado quando o autor é o Harlan Coben.

Posso afirmar desde já que as duas obras são bem diferente. Não sei dizer se é pelo motivo de eu já estar acostumado com o Myron e gostar do Win, ou se realmente o autor caprichou mais nessa série do que no livro Confie em Mim. Se você não sabe quem é o Myron, ele é um ex-jogador de basquete que foi forçado a “largar” sua paixão e se tornou mais tarde agente e advogado de outros atletas (resuminho medíocre eu sei, mas é pra não tirar a graça de outros livros). Myron fareja problema. Ele é do tipo que vê um post no Facebook e tem que expressar a opinião dele rs. Brincadeiras à parte, Myron tem síndrome de herói, ou seja, ele não aguenta ver uma pessoa sendo injustiçada ou sofrendo que quer resolver o problema e isso traz muita confusão pra vida dele.

O grande problema dessa vez é um post anônimo no Facebook de uma de suas clientes, dizendo que o filho que ela estava carregando não era de seu marido. Essa cliente, uma grande tenista, pede ajuda de Myron para descobrir quem foi e onde seu marido estava depois dessa notícia. Parece uma tarefa simples, mas Harlan Coben consegue deixar a trama tão densa que você não consegue nem formar uma suspeita de quem é o culpado no final.

Essa pequena tarefa leva Myron a reviver uma parte da vida dele que estava “perdida”. Sua cunhada reaparece misteriosamente no meio da confusão e ele tem que descobrir o que ela está fazendo ali e mais importante, onde estava seu irmão, que há 16 anos brigara com Myron por causa dela.

Evitando o máximo possível contar partes do livro, Myron conhece finalmente seu sobrinho, Mickey, que por sinal tem muitas características suas. Não há como negar que pertence à família Bolitar.

Eu não costumo ler os livros em ordem, caso não seja obrigado a ler, como por exemplo as crônicas vampirescas. Aqui é o mesmo caso. Qualquer livro que você pegue deste autor você vai entender o enredo, mesmo sem ter lido os outros. É extremamente prazeroso você ir descobrindo algumas coisas que você leu em outros livros e não havia compreendido a história inteira. Exemplo disso é o fato de neste livro entendermos o motivo de Mickey ter tanta “raiva” de seu tio, Myron. Já havia lido um dos livros que tem como protagonista Mickey, mas esse ódio todo havia ficado no ar.

Outra coisa que eu gosto muito é do Win. Win parece a versão má do Myron, o evil twin. Ele tá pouco se [email protected]#$ importando com o que os outros acham e pune quem merece ser punido e isso é divertido de ver. Quando ele vinga o Myron você se regojiza lendo =)

Por fim, mais um livro do Harlan Coben lido (novamente, mas agora com resenha) e mais um livro dele que eu atesto ser excelente. Como eu disse anteriormente não é necessário ler estes livros numa ordem cronológica. Toda a trama flui de uma forma simples que vai te “obrigando” a ler o próximo capítulo e quando você perceber já está atrasado pra ir trabalhar =p Recomendo a leitura.

Deixe seu comentário e faça um blogueiro feliz =)

Resenha: A música do silêncio – Patrick Rothfuss

/Editora Arqueiro/Resenhas/

Editora: Arqueiro
Autor: Patrick Rothfuss
ISBN: 9788580413533
Edição: 1
Número de páginas: 144
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Debaixo da Universidade, bem lá no fundo, há um lugar escuro. Poucas pessoas sabem de sua existência, uma rede descontínua de antigas passagens e cômodos abandonados. Ali, bem no meio desse local esquecido, situado no coração dos Subterrâneos, vive uma jovem. Seu nome é Auri, e ela é cheia de mistérios.
A música do silêncio é um recorte breve e agridoce de sua vida, uma pequena aventura só dela. Ao mesmo tempo alegre e inquietante, esta história nos oferece a oportunidade de enxergar o mundo pelos olhos de Auri. E nos dá a chance de conhecer algumas coisas que só ela sabe…

Minhas Impressões

Desde o início, quando você pega o livro e lê a sinopse, o autor avisa que esse livro não é um livro comum. Que todos aqueles pontos que se espera que um livro possua, não existe. Outro aviso é que esse livro não se trata de uma continuação da história do nosso querido Kvothe e sim um livro sobre Auri.

Se você não sabe quem é Auri, recomendo muito que você não leia este e vá ler primeiro O Nome do Vento e O Temor do Sábio (ambos com resenha aqui no blog), para entender melhor como ela se encaixa nesse mundo.

Por mais que o autor tenha avisado sobre a excentricidade do livro, fiquei curioso para lê-lo.

Realmente a composição do livro não é comum. O que se espera de um livro como esses seria uma ambientação, um objetivo, com começo, meio e fim. Ah sim, e um final que poderia ter ou não um moral. Ok que eu não sou editor de livros, mas creio que essa seja uma composição básica de um livro.

Pois bem, encaixo esse livro mais como um livro de poesia do que como literatura fantástica. Vou tentar explicar melhor o motivo.

Fica bem claro no livro que Auri não é uma garota normal. Não, não estou falando que ela é doida. Conforme você vai lendo, você percebe nela algo superior. Algo que comumente não percebemos. Auri sabe qual o papel dela nesse no mundo (no caso, o mundo do livro). Todas as suas ações são planejadas para não afetar o meio em que ela vive. Acho que o mais próximo do livro que posso expressar é que o livro é uma dança, com passos precisos e elegantes…

Não sei bem se consigo exprimir a mensagem do livro. Creio que nem seja essa a intenção do autor, porém a mensagem que ele passou pra mim é que tudo é mais complexo do que parece. Um ato meu pode afetar diversas outras pessoas e normalmente não prestamos atenção nisso.

Enfim, o livro não é para leitores casuais. É para o tipo de leitor assíduo, que não desiste da leitura, pois a princípio parece cansativo e até mesmo desconexo, mas a experiência é gratificante e a mensagem final revigorante. Recomendo a leitura, é bom sair da rotina de vez em quando.

Até a próxima! Comentem e deixem um blogueiro feliz =)

Resenha: O menino da mala – Lene Kaaberbol & Agnete Friis

/Editora Arqueiro/Resenhas/

Editora: Arqueiro
Autor: Lene Kaaberbol & Agnete Friis
ISBN: 9788580411836
Edição: 1
Número de páginas: 256
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

“Você adora salvar as pessoas, não é? Bem, aqui está a sua chance.”
Mesmo sem entender o que sua amiga Karin quer dizer com isso, Nina atende seu pedido e vai até a estação ferroviária de Copenhague buscar uma mala no guarda-volumes. Dentro, encontra um menino de 3 anos nu e dopado, mas vivo.
Chocada, Nina mal tem tempo de pensar no que fazer, pois um brutamontes furioso aparece atrás do garoto.

Minhas impressões

Estava na Bienal de São Paulo com duas amigas minhas quando vimos esse livro e lemos na capa o seguinte: “O que você faria se encontrasse dentro de uma mala um menino de 3 anos, nu e dopado, mas vivo?” Os três se arrepiaram e obviamente eu precisava comprar esse livro. Voltei pra casa lendo-o.

A trama do livro no início parece bem confusa, porém ela foi bem escrita. As autoras inseriram simultaneamente vários personagens e vão alternando entre eles, tornando a história bem dinâmica.

O fato de se passar em lugares pouco vistos em livros como a Dinamarca e a Lituânia, traz mais um ponto positivo para as autoras. O romance policial no final das contas acaba parecendo uma história verídica. É possível perceber a diferença na personalidade de cada personagem, o que deve ter sido bem complicado de escrever. Creio que o fato de uma delas ser jornalista tenha agregado muito ao livro.

Algo que gosto muito num livro, como já comentei em outras resenhas, é quando o mesmo me surpreende. Em certo ponto do livro eu achei que já tinha desvendado toda a trama, até que algo novo foi adicionado e a história ganhou um pouco mais de suspense.

Enfim, no final o que parecia bagunçado, se junta e você vê a sinergia entre os personagens e vê que as autoras foram bem sucedidas. Pra quem curte um romance policial, com um toque (grande) de suspense, recomendo. O livro foi um excelente achado e entrou pra lista de favoritos na minha estante =]

Até a próxima 😉

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Resenha: Cilada – Harlan Coben

/Editora Arqueiro/Resenhas/

Editora: Arqueiro
Autor: Harlan Coben
ISBN: 9788599296936
Edição: 1
Número de páginas: 272
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Haley McWaid tem 17 anos. É aluna exemplar, disciplinada, ama esportes e sonha entrar para uma boa faculdade. Por isso, quando certa noite ela não volta para casa e três meses transcorrem sem que se tenha nenhuma notícia dela, todos na cidade começam a imaginar o pior.. Na junção dessas duas histórias está Wendy Tynes, a repórter que armou a cilada para Dan e que se torna a única testemunha de seu assassinato. Wendy sempre confiou apenas nos fatos, mas seu instinto lhe diz que Mercer talvez não fosse culpado. Agora ela precisa descobrir se desmascarou um criminoso ou causou a morte de um inocente. Nas investigações da morte de Dan e do desaparecimento de Haley, verdades inimagináveis são reveladas e a fragilidade de vidas aparentemente normais é posta à prova. Todos têm algo a esconder e os segredos se interligam e se completam em um elaborado mosaico de mistérios. O assistente social Dan Mercer recebe um estranho telefonema de uma adolescente e vai a seu encontro. Ao chegar ao local, ele é surpreendido pela equipe de um programa de televisão, que o exibe em rede nacional como pedófilo. Inocentado por falta de provas, Dan é morto logo em seguida.

Minhas impressões

O que falar desse autor? O que falar das suas obras? Enfim, ele é um autor unânime em elogios e em criticas positivas.

Cilada é um livro surpreendente, te prende do começo ao fim, faz você querer desvendar todos os segredos e mistérios em uma única noite. Eu particularmente gosto muito do ritmo que o livro impõe. A trama se transforma a todo o momento, a cada pagina que lemos encontramos novos suspeitos, novos vilões e novos mocinhos, porém é no final eletrizante que chegamos à conclusão de que nada, absolutamente nada é o que parece.

O livro narra duas histórias paralelas: a da família McWaid que tem sua filha mais velha, Haley, desaparecida e a história de Dan Mercer que é acusado de pedofilia. Ambas as histórias tem como maior ligação a jornalista, Wendy Tynes.

A construção dos personagens é completamente fascinante. Apesar de dar características únicas a cada um deles, o que realmente impressiona é que além de taxar os personagens de mocinhos (as) e vilões (ãs), Harlan deixa bem claro o quão humano eles (as) são.

Harlan Coben tem o dom de prender os leitores do começo ao fim, com histórias eletrizantes, personagens impactantes e acima de tudo uma escrita triunfal.

Enfim, indico, super-indico e indico novamente. Qualquer livro do Harlan Coben merece uma grande atenção, pois todos são surpreendentes.

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Resenha: O Destino do Tigre – Collen Houck

/Editora Arqueiro/Resenhas/

Editora: Arqueiro
Autor: Collen Houck
ISBN: 9788580411386
Edição: 1
Número de páginas: 400
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Honra. Sacrifício. Amor. Poderia o fim de tudo levar a um novo começo?
Kelsey, Ren e Kishan sobreviveram a três aventuras dramáticas e muitas provações. Mas, antes que possam partir na busca pelo último presente da deusa Durga, têm que enfrentar o feiticeiro Lokesh em seu próprio território.
O vilão sequestrou Kelsey e já detém o poder de três amuletos. Ela precisa escapar de suas garras para quebrar a maldição do tigre, libertando seus amados príncipes. Esse, porém, é apenas o início da história em que escolhas difíceis e decisivas devem ser feitas por todos.
O elemento principal agora é o fogo, e em meio à lava, demônios, animais fantásticos e zumbis, o trio enfrenta seu derradeiro desafio. O caminho é arriscado e cheio de reviravoltas potencialmente fatais. Só uma coisa é certa: ninguém pode fugir de seu destino.
A saga dos tigres chega ao auge. Nunca antes Kelsey, Ren e Kishan sofreram tanto, estiveram tão unidos e precisaram lutar contra inimigos com tamanho poder. Emocionante do início ao fim, O destino do tigre explica todos os mistérios que unem os personagens e promete surpreender os leitores.
“Preparem-se para paixões abrasadoras, uma batalha épica e uma escolha definitiva. Os fãs vão ficar com os olhos marejados e o coração na boca!”

Minhas impressões

Primeiramente, tenho que salientar que vou fazer uma leitura ao contrário, já que não tive a oportunidade de ler os três primeiros livros da Saga do Tigre, já que o maior objetivo dessa leitura e consecutivamente sua resenha foi para concluir a série no blog, já que acredito fielmente que todos que ainda não leram estariam ansiosos pela nossa impressão…. rs. E tenho que ser sincera, me surpreendeu!

Galera, adoro mitologia e adoro ler sobre os grandes mitos da humanidade, sou fanática por cultura e costumes dos povos, e a Saga do Tigre é um conjunto de informação, de cultura e costumes que me encheu os olhos (isso porque só li o último, mas já está na minha lista de leituras os três anteriores).

Como vimos nas resenhas anteriores da nossa parceira de Blog May, temos vários personagens e como é um fim de série, e conclusão da história, há algumas perdas de personagens importantes e muitas vitórias, continua havendo os sacrifícios, já que não podemos ter algo se não dermos algo em sua troca.

Em seguida temos o Ren que continua maravilhoso, sensível, cuidadoso, protetor e apaixonado, porém muito respeitador, pois ele sabe se pôr em seu lugar e respeitar a decisão de sua amada, mas o fardo é muito grande, é um rapaz tão fofo que até os deuses se encantam por sua pessoa… rs.

Kishan, continua protetor, ciumento e também faz de tudo por sua amada, mas é um amor diferente do que Ren tem por Kelsey, mas do que vi desse rapaz de olhos dourados do começo até o final da saga, digo que foi o que mais amadureceu e soube com louvor cumprir seu destino.

E temos a fofa da Kelsey, ela se tornou muito forte e demonstra nesse último livro que ela é sim uma estrategista e uma verdadeira guerreira de mãos cheias, mas o que mais me impressionou foi como a autora exprimiu o amadurecimento pessoal e espiritual de Kelsey.

Collen me surpreendeu de verdade, tenho que reverenciar essa autora, ela conseguiu em um capitulo demonstrar a partir de seu ponto de vista como uma Fênix queima e renascer no fogo, e assim ela faz Kelsey purificar seu coração e fazendo renascer a verdade em seus próprios sentimentos, como uma Fênix que morre e renasce, ela entende que o que foi unido pelo universo e escrito no livro da vida não pode ser desfeito por nossos caprichos.

Gente! Sensacional essa parte do livro, e a partir desse ponto nossa heroína já não tinha mais incertezas e sabia qual caminho seguir.

A série termina com esses nossos três personagens principais, concluindo os desafios da Deusa Durga, e um final lindo e muito emocionante, não posso deixar de relatar que em mais ou menos 90% do livro fiquei sem ar, fiquei presa a história, as vezes me pegava limpando a casa e pensando na história e nos personagens e juntando os quebra-cabeças na minha mente.

Quem não leu, leia! Porque essa viagem vale a pena.
Até a próxima… 😉

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Resenha: Você é o próximo – Gregg Hurwitz

/Editora Arqueiro/Resenhas/

Voce-e-o-Proximo-Gregg-Hurwitz-estante-dos-sonhosEditora: Arqueiro
Autor: Gregg Hurwitz
ISBN: 788580411713
Edição: 1
Número de páginas: 368
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Mike Wingate teve uma infância difícil: aos 4 anos, foi abandonado em um parque e mandado para um lar adotivo. Ninguém nunca apareceu para buscá-lo e ele tem apenas algumas lembranças esparsas e fragmentadas de seus pais. Agora, já adulto, ele leva a vida que sempre sonhou: é casado com uma mulher maravilhosa, tem uma linda filha de 8 anos e sua empresa de construção civil está prestes a terminar um condomínio de casas ecologicamente sustentáveis que garantirá um futuro sólido para todos eles. Então o inimaginável acontece: Mike depara com demônios de um passado do qual nem mesmo se lembra. Dois sujeitos cruéis surgem do nada e começam a ameaçar não somente a ele, mas também sua família. Quando as intimidações se transformam em ataques violentos, o instinto de sobrevivência passa a ser o único combustível de Mike e ele recorre a um aliado dos velhos tempos, um sujeito muito perigoso – e seu único amigo verdadeiro. Juntos, os dois farão o que for preciso para manter Mike, a esposa e a filha a salvo de seus inimigos implacáveis.

Minhas impressões

Quando li o primeiro livro desse autor eu fiquei extasiado. Parece exagero, mas não é. O livro Vocês está sendo vigiado é do tipo do livro com ação do início ao fim. Pelo fato da qualidade do primeiro livro ter sido tão boa, logo não esperava nada menos desse segundo livro. E graças a Deus o livro é tão bom quanto!

Mike foi abandonado quando criança e após adulto com sua família, não se preocupava mais em saber sua história. Isso era algo que pra ele já não fazia mais sentido sofrer. Empreiteiro bem sucedido e com uma família nova e feliz. Um contratempo no condomínio que ele construiu começa a perturbá-lo, afinal o Governador em pessoa havia premiado Mike pela política verde usada e é essa notoriedade que ele ganha que acaba desencadeando um problemão que Mike nem imaginava estar envolvido.

Encurralado Mike precisa recorrer a um velho amigo que trilhou um caminho diferente dele assim que saíram do orfanato.

Bom, evitando contar mais do que eu já contei, o livro é intenso. Sabe aqueles livros que ficam enrolando pra completar um capítulo? Que num capítulo tem ação e no outro uma monotonia infindável? Pois é, não é o caso deste.

Assim como o livro anterior deste autor, ele não tem essa frescura de ficar aguardando o capítulo seguinte pra revelar alguma coisa. Do início ao final do livro você é jogado em uma “correnteza” e só consegue sair no final, na última palavra. O autor acertou novamente na dose de suspense do livro. Não adianta nada você tentar descobrir o mistério por trás da trama antes de chegar nas páginas finais. Tudo é tão bem colocado na trama que não deixa espaço pra adivinhação e isso é excelente em um livro, te deixa fascinado pela história. Alguns vão achar o motivo de toda a trama fraco, mas é aí que mora a beleza do livro. É algo que poderia acontecer e que o vilão realmente agiria da forma que agiu.

Enfim, mais um livro excelente desse escritor que eu recomendo com certeza. Vai te render boas horas de leitura e divertimento. Já anota aí o nome desse autor, pois tenho certeza de que vai entrar para seus favoritos =)

Até a próxima!

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Resenha: O duque e eu – Julia Quinn

/Editora Arqueiro/Resenhas/

O-Duque-e-Eu-estante-dos-sonhosEditora: Arqueiro
Autor: Julia Quinn
ISBN: 9788580411461
Edição: 1
Número de páginas: 288
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

O Duque e Eu é o primeiro livro da série “Os Bridgertons”, o nome da série tem origem no sobrenome da família, Violet (a mãe) se casou com o homem que amava e desse casamento gerou 8 filhos, 4 homens e 4 mulheres e é assim que se desenrola essa série, já que a mesma é composta de 8 livros, onde conta a história de cada um dos filhos.

A história se passa no século XVIII na Inglaterra, e como a cultura britânica é muito viva até hoje, essa série não deixa para trás esses aspectos particulares.

Como toda mãe, Violet se preocupa com uma boa educação para os filhos que vão para a Universidade de Oxford e as filhas ficam em casa aprendendo a ler, a escrever, a bordar e cuidar dos detalhes da casa. Cada filho tem o nome de acordo com a sua gestação, o primeiro filho é Anthony, depois veio Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth, ou seja todos além de ser da mesma genitora tem a letra inicial de seus nomes de acordo com a sequência do alfabeto A, B, C… (ainda bem que ela não teve 50 filhos)

Naquela época as mães se preocupavam muito com a educação de seus filhos, mas principalmente com o bom andamento do casório no seu momento certo. A moça quando completa em torno dos seus 20 anos de idade já está disposta ao casamento e no caso do homem quando ele chega próximo dos seus 30 anos.

Os primeiros a se casarem serão Anthony e Daphne, já que estão próximos a idade matrimonial, então a mãe começa uma busca implacável dos seus melhores pretendentes.

Nesse momento começa a série com o primeiro livro “O Duque e eu”, a primeira filha a ser apresentada a sociedade como uma donzela disponível ao casamento é Daphne, a quarta filha na sequência da geração Bridgertons e a mais velha das meninas, uma moça encantadora, sincera, com opiniões próprias e de coração puro. Quando o quesito é justiça e respeito essa garota deixa qualquer bem intencionado para trás, mas nossa heroína não é nenhuma Deusa de Vênus que faria qualquer homem se jogar a seus pés, tem seus cabelos e olhos castanhos e uma estatura mediana.

Temos também um cavalheiro, Simon, um rapaz muito bonito com olhos verdes-claros e seu corpo todo musculoso (tinha que ser né? rs), porém um rapaz que teve muitos problemas em sua infância e quase 30 anos de solidão e abandono do pai, já que sua mãe morrera no parto, devido a várias complicações em gestações anteriores, todas sem sucesso, e a idade avançada.

Simon no período escolar até sua formação, estudava com o irmão mais velho de Daphne, Anthony sempre foi seu melhor amigo e parceiro de aventuras, e durante esse período sua irmã, que é muito ligada, sempre lhe enviava cartas contando as novidades e como as coisas iam, já que com a morte do pai, Anthony por obrigação e direito teria que assumir os negócios da família.

Após o termino da faculdade Simon foi percorrer o mundo e Anthony assumiu sua obrigação como filho mais velho, 6 anos depois Simon retorna a Londres e visita seu melhor amigo e ai ele conhece a Daphne.

Minhas impressões

São muitos pontos a abordar nesse livro e acredito que a principal é a família.

Primeiramente vamos falar sobre expectativa das perfeições dos filhos perante seus pais, Simon viveu a sua vida desde que nasceu de forma solitária pelo fato de não poder atender as expectativas do seu pai o Duque de Hastings, acreditava fielmente que sua família tinha uma linhagem superior em inteligência e perfeição, e a preocupação do Duque em ter um primogênito com as mesmas características do pai era tão grande que ele se casou para a linhagem da família continuar, ele não se casou por amor, e como sua esposa sabia que o papel dela naquela família nada mais seria do que gerar filhos, ela se dedicou inteiramente a isso, foram em torno de 50 gestações, porém só a última quando ela já estava com uma idade avançada que vingou, mas para a tristeza do Duque seu filho tinha problemas fonológicos e não conseguia falar direito, e isso fez o Duque acreditar que o filho tinha algum problema mental e toda a reputação da família estaria arruinada e todo os bens e legados seriam tirados dos Basset, então o Duque abandona o filho.

Gente, esse ponto tratado do livro é muito forte, porque com essa ambição do Duque ele causou problemas terríveis ao filho, tão terríveis que fez com que o filho nunca se apaixonasse por ninguém, e no momento em que isso acontece ele nega a si mesmo essa dádiva, que é o privilégio de amar e ser amado.

Em contra partida ao mesmo tema, temos o amor familiar, a importância do bem estar e amor entre pais e filhos, que é muito forte na família Bridgertons, que um vive para poder todos viverem. O laço deles é tão grande que eles abdicariam de tudo para o bem estar do outro. O laço, a união e a paz é muito forte nessa família, que intimamente está ligada ao nosso querido Simon, pois ele mesmo, sim ele, contra sua própria natureza se apaixona à primeira vista pela encantadora Daphne, só para curiosidade de vocês nossa querida Daphne não se apaixonou de cara pelo galanteador não…

Outro ponto que acho de muita relevância nesse livro é:

Até onde a família da moça, ou do rapaz, pode intervir na relação conjugal do casal?
Todos os problemas do casal deve mesmo ser aberto para os irmãos e pais para que eles possam opinar? Qual o direito que um irmão tem em se envolver nos problemas daquele casal?

Pois é meu povo, desde o momento em que Simon e Daphne tem a ideia brilhante de fingir cortejo, seu melhor amigo e irmão da pobre donzela se revela o irmão mais ciumento da história, e proíbe com toda a sua autoridade familiar que eles fiquem sozinhos, de que Simon não pode tocar nela e que se ela se machucar Simon morreria. Nossa! Uau!

Anthony fica com tanto ciúmes, raiva e medo da irmã sofrer que ele passa por cima de todos anos de amizade com Simon, pois assim como Simon, Anthony sabia muito bem como era ser um libertino e sabia que isso poderia desflorar a pureza de sua irmã e acabar com a reputação da família para sempre, porém ele acompanha de perto cada movimento do amigo e da irmã e não deixa de forma nenhum de demonstrar sua insatisfação naquela união, dentro do período de 2 semanas de cortejo o casal já estava mais que apaixonado, e o sentimento de necessidade um pelo outro crescia mais a cada dia, porém eles não expunham seus sentimentos e um dia em um baile anual as emoções se misturam e se perdem no encantamento do amor e a situação fica mais que insuportável para nosso casal e o beijo acontece, Anthony surta, fica louco de ciúmes e ameaça matar Simon se ele não se casar com sua irmã, Simon continua a afirmar que não quer se casar, que nunca irá se casar, então é proposto um duelo.

Nessa parte do livro fica claro que ele gostava muito do amigo, mas Anthony gostava mais ainda da irmã e que ele estava disposto a ignorar o amigo em prol do carinho que tinha pela irmã, mas gente, esses dois fatos foram um dos vários momentos de intervenção dos irmãos Bridgertons, pois no mesmo momento em que a mãe tentava apresenta-la a sociedade londrina, os irmãos a tentavam esconder, a proteger de tudo e de todos que a pudessem fazer sofrer. Essas intervenções acorrem no momento de seus cortejos, de seu noivado, de seu casamento, ou seja, pela a vida inteira, ela é protegida como um bibelô e Simon mesmo casado é ameaçado de morte por seus irmãos, claro que tudo isso ainda faz parte do conceito família e seus aspectos.

Outro ponto que é muito bacana que está sendo abordado pela autora, que ultimamente anda bem refletido nos livros, é que tudo que passamos na nossa infância nós levamos como conhecimento para o resto da vida, como as alegrias, os traumas, a própria família nos torna o que seremos no futuro.

Esse livro tem muito detalhes, muitos personagens que a autora conseguiu encaixar em 288 páginas de forma harmoniosa entre vários eventos, e não podemos esquecer da fofoqueira de plantão Lady Whistledowns que sabe da vida de todos e deixa isso bem claro na sessão semanal do jornal. Espero que no decorrer dessa série possamos falar mais dos personagens que são maravilhosos e que vocês possam se apaixonar pela série assim como me apaixonei.

O livro é sensacional, é muito bom, é intenso, é forte, é vicioso rs,

Não posso esquecer de que é muito engraçado, tive vários momentos hilários, não foi à toa que a série teve mais de 3,5 bilhões de exemplares lidos, espetacular, gostei muito do primeiro e já virei queridinha da série.

Livro mais que recomendado!

Até a próxima pessoal 😉

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