Resenha: Terra em Chamas – Bernard Cornwell

/Editora Record/Resenhas/

Editora: Record
Autor: Bernard Cornwell
ISBN: 9788501089984
Edição: 1
Número de páginas: 317
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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O gosto da vitória inglesa, que Uhtred infligiu aos vikings, é ofuscado por uma tragédia que o leva a jurar jamais servir o reino saxão. Então ele se une a Ragnar e ao antigo inimigo Haesten para tomar Wessex. Com o pai debilitado pela saúde frágil, a filha de Alfredo implora pela ajuda do guerreiro para combater os inimigos que investem na Inglaterra. E ele, incapaz de dizer não, toma a frente do exército derrotado da Mércia, rumo a uma batalha inesquecível num campo encharcado de sangue junto ao Tâmisa.

Minhas impressões

Fico até meio perdido em qual livro eu parei e o que eu já falei em outras resenhas, mas sei que Terra em Chamas, quinto livro das Crônicas Saxônicas é um divisor de águas da saga.

Não, não acontece nada absurdo no livro que mudará o rumo geral da história (Não sei se fui enigmático nessa frase ou se só enrolei vocês, mas é tudo pra evitar spoiler).

Resenha: Sempre em movimento – Oliver Sacks

/Editora Companhia das Letras/Resenhas/

Editora: Companhia das Letras
Autor: Oliver Sacks
ISBN: 9788535926132
Edição: 1
Número de páginas: 416
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Quando Oliver Sacks tinha doze anos, um professor bastante sagaz escreveu numa avaliação: “Sacks vai longe, se não for longe demais”. Hoje está absolutamente claro que Sacks jamais parou de ir. Desde as primeiras páginas, onde ele relata sua paixão de juventude pelas motos e pela velocidade, Sempre em movimento parece estar carregado dessa energia. Conforme fala de sua experiência como jovem neurologista no início dos anos 1960 – primeiro na Califórnia, onde lutou contra o vício em drogas, e depois em Nova York, onde descobriu uma doença esquecida nos fundos de um hospital —, vemos como sua relação com os pacientes veio a definir sua vida. Com a honestidade e humor que lhe são característicos, Sacks nos mostra como a mesma energia que motiva suas paixões “físicas” – levantamento de peso e natação – alimenta suas paixões cerebrais. Sacks escreve sobre seus casos de amor, tanto os românticos quanto os intelectuais, sobre a culpa de abandonar a família para vir aos Estados Unidos, sua ligação com o irmão esquizofrênico e sobre os escritores e cientistas – Thom Gunn, A. R. Luria, W. H. Auden, Gerald M. Edelman, Francis Crick – que o influenciaram. Sempre em movimento é a história de um pensador brilhante e nada convencional, o homem que iluminou as muitas formas com que o cérebro nos faz humanos.

Minhas impressões

Muitos e muitos anos atrás assisti “Tempo de Despertar”, um filme clássico simplesmente fascinante e acredito que tenha sido este o momento em que o nome “Oliver Sacks” ficou gravado como interessante para mim, pois não tenho nenhuma outra referência de leitura para afirmar o ponto em que o autor viria à tona. Seu falecimento em agosto de 2015 fez com que buscasse algo para legitimar o sentimento positivo sobre alguém que tocou verdadeiramente as pessoas e suas dores até os últimos instantes de vida.

Resenha: Cidade em Chamas – Garth Risk Hallberg

/Editora Companhia das Letras/Resenhas/

Editora: Companhia das Letras
Autor: Garth Risk Hallberg
ISBN: 9788535927047
Edição: 1
Número de páginas: 1048
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Nova York, 1976. O sonho hippie acabou, e dos escombros surge uma nova cultura urbana. Saem as mensagens de paz e amor e as camisetas tingidas, entram as guitarras desafinadas, os acordes raivosos e os coturnos caindo aos pedaços. Por toda a cidade brotam galerias de arte e casas de show esfumaçadas. É nesse cenário que Garth Risk Hallberg situa esta obra colossal, aclamada pela crítica como uma das grandes estreias literárias de nosso tempo.
Regan e William são irmãos e herdeiros de uma grande fortuna. Ela, uma legítima Hamilton-Sweeney e eternamente preocupada com o futuro da família, vê seu casamento desmoronar em meio às infidelidades do marido. Ele, a ovelha negra, fundador de uma mitológica banda punk, artista plástico recluso e figura lendária das artes nova-iorquinas. Ao redor dos dois gira uma constelação de tipos e acasos. A jovem fotógrafa que descobre um influente movimento musical pelas ruas da cidade. O jovem professor negro e gay que chega do interior e se apaixona pelo misterioso artista. O grupo de ativistas que pode ou não estar levando longe demais o sonho de derrubar o establishment. O garoto careta e asmático que se apaixona pela punk indomável. O repórter que sonha ser o novo nome do jornalismo literário americano. E, em meio a tudo isso, um crime que vai cruzar suas vidas de forma imprevisível e irremediável.
Combinando o ritmo de um thriller ao escopo dos grandes épicos da literatura, Garth Risk Hallberg constrói um meticuloso retrato de uma metrópole em transformação. Dos altos salões do poder às ruelas do subúrbio, ele captura a explosão social e artística que definiu uma década e transformou o mundo para sempre. Cidade em chamas é um romance inesquecível sobre amor, traição e perdão, sobre arte e punk rock. Sobre pessoas que precisam umas das outras para sobreviver. E sobre o que faz a vida valer a pena.

Minhas impressões

O primeiro lugar que ouvi falar sobre este livro foi no Risca Faca, vou mostrar o link somente no final da resenha, pois se vocês lerem a resenha deles, vão acabar achando a minha horrível rs (quando eu crescer quero escrever como eles =] )

Resenha: Circo Mecânico Tresaulti – Genevieve Valentine

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Genevieve Valentine
ISBN: 9788566636802
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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“O Circo Mecânico Tresaulti é uma história que aborda os sentimentos humanos mais profundos, que traz esperança e lealdade, mas também é inundada por corações ambiciosos e cheios de ilusões, onde pessoas vivem no próprio limite da sobrevivência. É uma história que fala, sobretudo, sobre a árdua busca de recomeços – JULIANA FIORESE”
“As ilustrações ao longo das páginas atiçam a imaginação e intensificam a sensação de sentir-se imerso na ambientação sombria, soturna e, contraditoriamente, reconfortante, em meio a um mundo às avessas – BOOK ADDICT”

Minhas impressões

Geralmente quando termino um livro corro para fazer a resenha dele e poder passar o máximo possível de informações sobre o livro e o que ele representou pra mim e etc. Já deve ter completado um mês que li este livro, mas desde que terminei eu tinha certeza que não precisava correr para fazer a resenha, pois ele ficaria na minha memória.

Namorava o livro já há algum tempo, pois a edição feita pela DarkSide estava linda, mas estava tentando como todo bom leitor, terminar os livros que eu tinha pra ler antes de comprar outros. Não preciso nem dizer que não consegui fazer isso, certo?

Resenha: Caminhos Cruzados – Erico Verissimo

/Editora Companhia das Letras/Resenhas/

Editora: Companhia das Letras
Autor: Erico Verissimo
ISBN: 9788535926712
Edição: 1
Número de páginas: 368
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Publicado em 1935, Caminhos cruzados é um romance urbano e de aguda observação social. Tendo como cenário uma Porto Alegre onde já se confrontavam modernização e miséria, afluência e desencanto, o texto de Erico Verissimo chocou os leitores de sua época pela exposição realista do descompasso brasileiro entre as diversas camadas sociais — e ainda hoje reverbera graças à abordagem narrativa adotada pelo autor. Influenciado pela técnica de intrigas entrelaçadas e pela ausência de personagem principal da ficção e sem narrar acontecimentos de vulto, o autor expõe o nervo da fragilidade humana num painel vivo e eletrizante de um tempo e de um país em transformação.

Minhas impressões

Tenho um profundo fascínio pelo escritor Erico Verissimo, nas livrarias flerto há anos com a série “O Tempo e o Vento” e venho adiando sua leitura como quem adia, sem motivo aparente, aquela viagem dos sonhos. O encantamento tem como histórico a experiência que tive com “Olhai os Lírios do Campo” que está entre os melhores e mais tristes de minha memória leitora.

Enquanto não encaro “a viagem” optei por ler Caminhos Cruzados que é um livro em que precisamos de atenção, pois como o nome já diz, teremos o entrecruzamento de histórias de vida em que os mais diversos sentimentos serão mostrados como que em uma novela.

Resenha: A balada de Adam Henry – Ian Mcewan

/Editora Companhia das Letras/Resenhas/

Editora: Companhia das Letras
Autor: Ian Mcewan
ISBN: 9788535925135
Edição: 1
Número de páginas: 167
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Poucos autores de língua inglesa são mais importantes na atualidade do que Ian McEwan. Em quarenta anos de carreira, ele compôs marcos da literatura contemporânea, como Amor sem fim (1997), Amsterdam (1998) e Reparação (2001). Seus livros são conhecidos pela precisão da prosa, pela atmosfera de suspense e estranhamento e também pelas viradas surpreendentes da trama, que puxam o tapete do leitor ao final do livro.
Nos últimos anos, o traço decisivo de sua literatura tem sido a defesa da racionalidade científica contra os fundamentalismos religiosos. É esse o embate que está no cerne de seu romance mais recente, A balada de Adam Henry. A personagem central é Fiona Maye, uma juíza do Tribunal Superior especialista em Direito da Família. Ela é conhecida pela “imparcialidade divina e inteligência diabólica”, na definição de um colega de magistratura. Mas seu sucesso profissional esconde fracassos na vida privada. Prestes a completar sessenta anos, ela ainda se arrepende de não ter tido filhos e vê seu casamento desmoronar.

Minhas impressões

Eu ia começar essa resenha falando que este livro é um romance de tirar o fôlego, mas não é. Na verdade não sei muito bem como falar de romances, pois não é muito meu tipo de leitura. O que posso dizer é que o livro é excelente.

Este é o segundo livro que leio da TAG (clube de livros que já citei numa resenha anterior). Como sempre, eu não leio as sinopses dos livros, pois podem acabar estragando a surpresa, e não foi diferente com este. Confesso que conhecia este autor somente de nome, pois ele é super prestigiado, mas não havia lido nada até o momento. Além do autor, o que me chamou a atenção foi o título da obra. Associei imediatamente o título à música clássica, peças de ópera, etc. Fiquei muito feliz em ver que era mais que isso.

Resenha: A guerra da Rainha Vermelha – Prince of Fools – Mark Lawrence

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: Darkside Books
Autor: Mark Lawrence
ISBN: 9788566636772
Edição: 1
Número de páginas: 420
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Prince of Fools é o primeiro volume da nova saga de Mark Lawrence, o consagrado autor da Trilogia dos Espinhos. Novamente, Lawrence leva o leitor ao Império Destruído, um universo pós-apocalíptico e de inspiração medieval. O príncipe dos tolos é Jalan Kendeth, neto da Rainha Vermelha e décimo na linha de sucessão ao trono. Para sobreviver aos inimigos do reino, esse irresistível anti-herói precisa abandonar a boa vida e lutar da única maneira que conhece: trapaceando. Mark Lawrence é um cientista que trabalha com o desenvolvimento de inteligência artificial,e tem acesso liberado a informações secretas dos governos norte-americano e britânico. Prince of Thorns é seu aclamado livro de estreia. King of Thorns e Emperor of Thorns completam a Trilogia dos Espinhos.

Minhas impressões

Todo viciado em leitura sabe muito bem o que significa ressaca literária. No meu caso isso acontece em dois casos: quando o livro é super “pesado” pra ler, tipo a Divina Comédia, ou então quando o livro é excelente e ele acaba. Foi exatamente o que aconteceu quando eu acabei a Trilogia dos Espinhos e tive que deixar o Imperador Jorg seguir seu próprio caminho…

Graças ao bom Deus, o autor tinha mais histórias guardadas e a linda Darkside Books nos felicitou com uma edição, impecável diga-se de passagem, da nova trilogia de Mark Lawrence chamada Prince of Fools e o primeiro livro dessa trilogia é A guerra da Rainha vermelha que já posso dizer desde já que é excelente.

Resenha: A improvável jornada de Harold Fry – Rachel Joyce

/Editora Suma de Letras/Resenhas/

Editora: Suma de Letras
Autor: Rachel Joyce
ISBN: 9788581051659
Edição: 1
Número de páginas: 248
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 40 de 100 pontos
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Vencedor do britânico National Book Award na categoria de melhor livro de estreia e finalista do prestigiado Man Booker Prize, A improvável jornada de Harold Fry, de Rachel Joyce, tem como temas centrais os sentimentos de amor, amizade e arrependimento. A autora conta a história do aposentado Harold Fry que numa manhã de sol sai de casa para colocar uma carta no correio, sem imaginar que estava começando uma jornada não planejada até o outro lado da Inglaterra. Ao receber uma carta de Queenie Hennessy, uma velha amiga com quem não tem contato há décadas, Harold Fry descobre que ela está em uma casa de saúde, sucumbindo ao câncer. Então, escreve uma resposta rápida e, deixando sua mulher com seus afazeres, vai até a caixa postal mais próxima. No caminho, tem um encontro casual que o convence de que ele deve entregar sua mensagem para Queenie pessoalmente. E assim começa a peregrinação improvável de Harold Fry. Determinado a andar 600 milhas de Kingsbridge à Berwick-upon-Tweed, acredita que enquanto caminhar, a amiga estará viva. Ao longo do caminho, ele encontra personagens fascinantes, que o trazem de volta memórias adormecidas: sua primeira dança com a mulher Maureen, o dia do seu casamento, a alegria da paternidade. Todos os resquícios do passado vêm correndo de volta para ele, permitindo-lhe conciliar as perdas e os arrependimentos.

Minhas impressões

Há alguns meses apareceu insistentemente na minha timeline uma curiosa propaganda sobre um tal clube de assinaturas de livros. A princípio desconsiderei, mas depois de um tempo meus amigos começaram a me marcar e eu fui ver qual era desse clube. Pra quem não sabe ainda do que estou falando, o clube em questão é o TAG Livros. Eles já existem há anos fazendo a curadoria de livros e enviando para os associados. Agora eles vem ganhando corpo e conquistando mais assinantes.

Resenha: O Beijo – Série Bruxos e Bruxas – Vol. 4 – James Patterson

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

Editora: Novo Conceito
Autor: James Patterson
ISBN: 9788581635101
Edição: 1
Número de páginas: 304
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 40 de 100 pontos
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No quarto livro da série Bruxos e Bruxas, Whit e Wisty, agora membros do Conselho, estão tentando reconstruir a cidade depois de derrotar “O Único Que É O Único”, o vilão mais malvado do mundo. Quando tudo parece correr bem, surge uma nova ameaça, personificada na figura do cruel Rei da Montanha. Ele é um mago indestrutível, que deseja a todo custo dominar a cidade. Sem água e prestes a ficar sem alimentos, a população conta com os irmãos Allgood para sobreviver.
Wisty está encantada pelo jovem Heath, que compreende tão bem os seus dilemas afinal, ele também é um bruxo. Talvez Wisty possa se unir a Heath na guerra contra o Rei da Montanha. Mas o que será que Whit acha disso?

Minhas impressões

Se vocês derem uma lida nas resenhas dos livros dessa série aqui no blog vão ver que no segundo livro eu já não estava gostando muito. Na verdade estava odiando. porém em respeito ao autor que já escreveu livros incríveis, continuei lendo. Sem contar o respeito pela editora também que foi umas das únicas que me deu a oportunidade de parceria e boas leituras.

Posso confessar que o fato de eu achar o livro péssimo é parte culpa minha também, pois esse livro com certeza deve ter sido escrito para crianças de dez ano ou menos, ou seja, não é pra mim. (Apesar de ter visto umas resenhas de meninas bem mais velhas achando essa saga incrível, tsc tsc). Vou tentar explicar da forma mais imparcial possível, mas vai ser difícil.

Resenha: Nosferatu – Joe Hill

/Editora Arqueiro/Resenhas/

Editora: Arqueiro
Autor: Joe Hill
ASIN: 9788580412970
Edição: 1
Número de páginas: 624
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 50 de 100 pontos
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Victoria McQueen tem um misterioso dom: por meio de uma ponte no bosque perto de sua casa, ela consegue chegar de bicicleta a qualquer lugar no mundo e encontrar coisas perdidas. Vic mantém segredo sobre essa sua estranha capacidade, pois sabe que ninguém acreditaria. Ela própria não entende muito bem.
Charles Talent Manx também tem um dom especial. Seu Rolls-Royce lhe permite levar crianças para passear por vias ocultas que conduzem a um tenebroso parque de diversões: a Terra do Natal. A viagem pela autoestrada da perversa imaginação de Charlie transforma seus preciosos passageiros, deixando-os tão aterrorizantes quanto seu aparente benfeitor.
E chega então o dia em que Vic sai atrás de encrenca… e acaba encontrando Charlie.
Mas isso faz muito tempo e Vic, a única criança que já conseguiu escapar, agora é uma adulta que tenta desesperadamente esquecer o que passou. Porém, Charlie Manx só vai descansar quando tiver conseguido se vingar. E ele está atrás de algo muito especial para Vic.
Perturbador, fascinante e repleto de reviravoltas carregadas de emoção, a obra-prima fantasmagórica e cruelmente brincalhona de Hill é uma viagem alucinante ao mundo do terror.

Minhas impressões

Depois de mais de um ano encostado, eu terminei este livro. Comecei a ler logo após um acidente que sofri e achei que minha desistência do livro de Joe Hill, tinha sido pelo fato de estar entediado e de cama há mais de dois meses, mas não, não foi por isso e vou tentar explicar.