Resenha: A Guerra da Rainha Vermelha – Liar’s Keys – Mark Lawrence

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Mark Lawrence
ISBN: 9788594540485
Edição: 1
Número de páginas: 576
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Amazon

Mark Lawrence, um dos autores de fantasia mais consagrados dos últimos anos, expande seu universo fantástico com uma nova e instigante trilogia. A DarkSide Books tem o prazer de apresentar A Guerra da Rainha Vermelha Volume 2: Liar’s Key. Jalan Kendeth, o neto da Rainha Vermelha e décimo na linha de sucessão ao trono, é um verdadeiro hedonista sem pretensões políticas, que se viu obrigado a abandonar sua boa vida após sofrer uma tentativa de assassinato. Para escapar, precisou se aliar a um perigoso guerreiro viking em Prince of Fools, volume que deu início a esta nova série.
Jalan queria apenas voltar ao vinho e às mulheres do Sul, mas Snorri tem outros planos. O viking deseja desafiar todo o Inferno se necessário for para trazer sua esposa e filhos de volta à vida. Os peões são jogados para se sacrificar e a Rainha Vermelha colocou ambos os homens em seu conselho. Quantos avanços tem visto a Irmã Silenciosa? Até onde eles chegarão antes que sua parte no jogo acabe?

Minhas impressões

Um ano mais ou menos aguardando essa sequência e valeu à pena (não que isso seja incentivo para o autor demorar mais um ano para o próximo =p). Como descrito no início do livro, o autor não usou do artifício que muitos outros autores usam, de ficar enfiando a recapitulação do livro anterior nas falas dos personagens. Ele faz um resumo logo nas primeiras páginas situando os mais esquecidos em que pé a história parou.

Sorteio Finalizado: 4 anos de vida o/ – parte 2

/Novidades/

Olá,

Conforme havíamos prometido, vamos iniciar a segunda rodada de prêmios desses 4 anos de vida =) Os dois primeiros livros já foram sorteados e os ganhadores já receberam. Logo mais ponho “ibagens”.

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Pessoal, novidade! Como estamos quase em 500 participantes (lágrimas de emoção), vamos dar mais dois livros o/

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Dessa vez os livros sorteados são: O Nome do Vento do Patrick Rothfuss e Prince of Thorns do Mark Lawrence. Adicionados a lista: Exorcismos, amores e uma dose de blues e Psicose. Para participar basta seguir os passos abaixo:

a Rafflecopter giveaway

– Somente em território nacional. Enviar pra fora é muito difícil =s
– Temos até 30 dias para enviar o prêmio, sem contar o tempo dos Correios que são super rápidos #sqn;
– O ganhador tem até 48 horas pra me responder;
– Quem retuitar a frase terá mais chances de ganhar;
– Na indisponibilidade do livro citado, será enviado um voucher no valor do mesmo, ou então o segundo volume do mesmo autor;
– O primeiro ganhador tem direito de escolha do prêmio que quer;
– Detalhe que são dois ganhadores e um livro pra cada;
– Qualquer problema, por favor me avise;
– O ganhador se compromete a enviar um foto com o prêmio;
– O mais importante, comente! Faça um blogueiro feliz =)

Resenha: Emperor of Thorns – Mark Lawrence

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Mark Lawrence
ISBN: 9788566636352
Edição: 1
Número de páginas: 522
Acabamento: Encadernado
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

O mundo está dividido e o tempo se esgotou completamente, deixando-nos agarrado aos dias finais. Estes são os dias que nos esperaram por todas as nossas vidas. Estes são os meus dias. Eu vou estar diante da Centena e eles vão ouvir. Vou tomar o trono, não importa quem está contra mim, se vivo ou morto. E se eu devo ser o último imperador, farei disso um final e tanto.¿
A aclamada Trilogia dos Espinhos chega ao seu grande final, depois de termos acompanhado a dolorosa e surpreendente infância e adolescência de Jorg Ancrath em Prince of Thorns e King of Thorns, com todo o brilhantismo, charme, violência extrema e total crueldade deste egomaníaco romântico. Conforme Jorg cresce, seu caráter muda e ele parece encontrar algum equilíbrio em suas tendências sociopatas.
Em Emperor of Thorns, vamos novamente tomando contato com as atribulações de Jorg e sua fixação em conquistar o Império Destruído com saltos entre o presente e o passado, assim como Mark Lawrence já havia feito no volume anterior. Com isso, vamos descobrindo, desvendando e nos surpreendendo com o mundo onde a história se passa e com as saídas e escolhas nada tradicionais ou lógicas que Jorg se vê obrigado a tomar em seu caminho ao trono.
Prince of Thorns, King of Thorns e Emperor of Thorns formam uma das trilogias mais importantes da nova geração, que chega ao fim de forma brilhante e imprevisível, ao mesmo tempo cruel e poética, uma obra-prima de um novo grande autor.

Minhas Impressões

Fiquei um tempo pensando em como escrever essa resenha sem revelar muita coisa, mas é difícil.

Um trabalho artístico primoroso, tanto por parte do escritor, quanto por parte da editora que fez um trabalho excelente (não é novidade) com a capa, contracapa, tipografia, gramatura, etc. Isso já pode ser chamado de padrão DarkSide.

Relembrando um pouco os outros. Comentei que não havia gostado “muito” do segundo livro, pois não tinha toda a carnificina do primeiro. No primeiro livro faltava escorrer sangue das páginas e isso me chamou muita atenção, uma vez que dificilmente vemos livros do tipo. Porém no terceiro livro fica bem claro a intenção do autor com o segundo volume.

Antes de uma árvore perder uma folha ela a bombeia com todos os venenos de que não consegue se livrar de outra maneira… Eu nunca achei que a morte pudesse ser tão bonita.

Jorg amadureceu. Não, ele não se tornou sensato, mas ficou mais esperto e comedido em suas ações. O próprio Jorg fala da vida como um jogo de xadrez e realmente eu vejo-o como um jogador que foi aprendendo com o passar do tempo.

Novamente o autor faz um trabalho excelente ao misturar dois tempos na história. O presente e o passado, porém ao contrário do segundo livro, o terceiro fala de cinco anos atrás, preenchendo um pouco mais a vida do nosso querido Imperador Rei Jorg. (Não reclamem de spoiler, todo mundo sabia que ele se tornaria sim imperador =p).

Como falei, o autor mostra uma viagem que Jorg fez após conhecer as terras de seu avô. Seguindo um pedido do fantasma Fexler Brews e um conselho do príncipe de Arrow, ele sai em busca de conhecimento nas montanhas onde o fogo dos construtores ainda queima e posteriormente para a Afrique. Nas montanhas, além de alguns acontecimentos surpreendentes, Jorg descobre um pouco mais sobre os construtores e os planos deles para o mundo atual. Em Afrique ele descobre que nem sempre a vingança é a melhor resposta.

Parte de estar no ramo das previsões, uma grande parte talvez, está na arte de dar a impressão de que as coisas estão se desenrolando de acordo com suas expectativas. Uma vítima que acredita estar sendo aguardada a cada curva é não somente prejudicada pela incerteza, mas também mais fácil de prever.

É nesse momento que eu finalmente percebi o quanto Jorg estava mudando. Ele conseguiu deixar de lado a vontade de vingar seus familiares, matando o matemágico, para se aliar ao mesmo em busca de um benefício futuro.

Interligado com esses intervalos, temos a história pela visão de Chella. O autor começa a fechar algumas perguntas, mostrando há quanto tempo ela faz parte dos problemas que Jorg enfrenta e quem realmente estava por trás dela. Depois do último embate com Jorg, ela perdeu muito do seu poder, ficando totalmente à merce do Rei morto.

É um mundo difícil Marten… Não deveria ser fácil trazer alguém a um mundo difícil. Já é fácil demais fazer uma nova vida, fácil demais tirar uma vida antiga. É apenas justo que alguma parte do processo apresente um pouco de dificuldade.

Parando por aqui, pois a trama se junta e fica quase impossível não revelar nada. O que posso dizer é que o livro tem alguns acontecimentos daquele tipo que te faz ficar com os olhos arregalados de susto, tem momentos de prazer (pelo menos pra mim rs) onde Jorg volta a ser o Jorg do primeiro volume.

A vida era muito mais fácil quando a morte se contentava com o que lhe era dado.

Confesso que desde o segundo volume eu esperava que o final do terceiro seria parecido com o que realmente foi. O próprio livro já dá algumas dicas de quem/o que é o rei morto, mas eu ainda tinha esperanças que o final mudasse. Claro que eu gostaria que a história fosse um pouco mais longa, que houvesse muito mais informações sobre os construtores, entre outras coisas, mas quando o livro é bom, sempre queremos algo mais.

Enfim. O terceiro volume fecha a trilogia de forma completa. Pelo menos pra mim não sobrou nenhuma pergunta aberta, digo nenhuma pergunta relacionada à trama. Claro que sobrou algumas perguntas inerentes ao “mundo” do livro. Como falei o autor fez um trabalho primoroso. Jorg se tornou pra mim um personagem vivo, assim como Lestat e isso é algo grandioso para um autor. Recomendo muito a leitura dos três livros. É a típica trilogia que deve existir em sua estante. Estes três livros vão para a prateleira de destaque, junto com a Torre Negra =)

Você realmente a matou? …Eu abri um sorriso, embora ele amargasse, e disse: ‘Perdoe-me padre, por ter pecado’

Até a próxima.

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Resenha: King of Thorns – Mark Lawrence

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Mark Lawrence
ISBN: 9788566636246
Edição: 1
Número de páginas: 528
Acabamento: Capa dura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Este é o meu livro favorito desta excelente trilogia, pois tudo joga contra o nosso anti-herói Jorg. As apostas são altas e as reviravoltas, perfeitas. Depois de assassinar seu tio e garantir um pequeno reino nas montanhas, o jovem Jorg agora encara um inimigo carismático e poderoso – o Princípe de Arrow -, que parece destinado a reunir o Império Destruído. A ação salta entre o presente e o passado, e nos mostra como Jorg viajou pelo império e conseguiu reunir recursos e forças para enfrentar uma batalha aparentemente impossível de ser vencida. Acompanhamos também a história pelo ponto de vista de Katherine, a mulher que Jorg deseja mais do que ninguém, e que ele está destinado a não conquistar jamais.
Apesar de Jorg continuar a ser o mais maquiavélico dos protagonistas, sem hesitação para matar, mutilar ou destruir, caso isso o ajude a alcançar seus objetivos, passamos a compreendê-lo melhor neste livro, e é impossível não torcer por ele. Ele consegue renovar e dar uma reviravolta brutal, explodindo com todas as armadilhas românticas da grande fantasia – lealdade, honra, o bem contra mal e a fé em um causa maior. Às vezes, quando você vê aquele cavaleiro branco em seu cavalo, com uma armadura reluzente e um sorriso brilhante, só quer atirá-lo no chão e dar-lhe um murro na cara dele por ser tão perfeito. Se você já teve essa sensação algum vez, Jorg é o cara.

Minhas impressões

Sei que estou atrasado com essa resenha, mas mesmo assim vale à pena fazê-la. O trabalho do livro como sempre é primoroso. A capa dura, as contra capas pretas e a tipografia são incríveis, mas vou parar de falar disso senão vocês vão achar que é puxação de saco da DarkSide. Porém o trabalho deles é incrível =]

Esperei ansiosamente o lançamento do King of Thorns, tanto que comprei na pré venda da Saraiva (que por sinal me decepcionou alterando a data de lançamento, colocando a culpa na editora, alterando data de entrega e vários outros problemas que eles não admitiram), até que chegou. Deixei de lado o que eu estava lendo, pois Jorg exige toda a atenção.

Finalmente ele toma posse de algo que é de direito dele, o reinado de seu tio, vingando em partes a morte de sua mãe e irmão. Mas Jorg tem uma pré disposição incrível pra problemas. Ele atraí problemas como ele mesmo fala.

Nesta continuação ele já está com 18 anos, porém o livro alterna entre o tempo atual e quatro anos atrás quando finalizou o outro livro. É perceptível que ele amadureceu e se tornou um pouco mais sensato, nem tanto, mas tudo bem. Nesse meio tempo ele precisa enfrentar um grande problema que é a própria consciência dele que não o deixa esquecer algo terrível que ele fez (sim, algo que nem ele teria coragem de fazer e que eu não vou falar claro).

Algo que é inevitável eu contar é que ele vai conhecer uma parte de sua família e no meio do caminho pra lá acontecem alguns sérios problemas. Nada é fácil no caminho dele.

Nessa alternância de tempo, passado e presente, conhecemos um dos empecilhos no caminho de Jorg para se tornar um imperador, o rei de Arrow. Conhecido por sua bondade e misericórdia ele é um grande candidato ao cargo de Imperador e tem seu destino predestinado por diversos videntes, o que leva Jorg a desconfiar. Bom, como vocês sabem que Jorg anseia por ser Imperador é claro que eles vão se enfrentar. A única coisa que posso falar disso é que Jorg continua sendo afiado pra ca#$%@. Você fica imaginando como pode um garoto de dezoito anos ser tão astuto. Sun Tzu ficaria extremamente orgulhoso desse garoto.

Enfim, antes que eu me empolgue e conte algo importante. A continuação da saga é incrível. Não deixa nada à desejar do que já vimos no primeiro livro. A única coisa que eu questionaria é que tem pouco sangue nesse livro rs, é um gosto pessoal, mas ok. De qualquer forma recomendo efusivamente que você leia a continuação, só um louco pra não ler a continuação. Afinal, Jorg exige toda sua atenção =)

Até!

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Resenha: Prince of Thorns – Mark Lawrence

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Prince-of-Thorns-mark-lawrence-estante-dos-sonhosEditora: DarkSide Books
Autor: Mark Lawrence
ISBN: 9788566636116
Edição: 1
Número de páginas: 355
Acabamento: Encadernado
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Ainda criança, o príncipe Honório Jorg Ancrath testemunhou o brutal assassinato da Rainha mãe e de o seu irmão caçula, William. Jorg não conseguiu defender sua família, nem tampouco fugir do horror. Jogado à sorte num arbusto de roseira-brava, ele permaneceu imobilizado pelos espinhos que rasgavam profundamente sua pele, e sua alma.
O príncipe dos espinhos se vê, então, obrigado a amadurecer para saciar o seu desejo de vingança e poder. Vagando pelas estradas do Império Destruído, Jorg Ancrath lidera uma irmandade de assassinos, e sua única intenção é vencer o jogo. O jogo que os espinhos lhe ensinaram.

Minhas impressões

Não sei as outras pessoas que fazem resenha, mas quando gosto muito do livro fico enrolando pra fazer a resenha. Parece que quando você faz a resenha o livro realmente acaba e eu não queria que isso acontecesse com Prince of Thorns.

Deixa eu começar falando do exterior do livro. Como já citei na resenha da biografia do Stephen King (aqui) fiquei surpreso com a qualidade do livro, da encadernação e do interior. Não foi diferente com esse. Já dá pra perceber o padrão de qualidade dos livros da Darkside. A encadernação dá um toque especial nos livros e dá vontade de você não tirá-los da embalagem. A capa dura com alto revelo e reserva de verniz no nome é sensacional, os detalhes das contra capas e dos intervalos entre os capítulos com comentários do personagem principal são outros detalhes incríveis do livro.

A maior felicidade pra mim, ao ler esse livro, foi ter finalmente achado uma editora que publica o que gosto de ler, fantasia misturada com terror, suspense e bastante sangue (calma não sou psicopata, só um pouco rs). Pra quem acompanha de perto lançamentos de livros, percebe como é difícil chegar um bom livro de terror, suspense ou algum que contenha um teor de violência “fora dos padrões”. Só via os livros do King assim. Pois bem, obrigado Darkside por trazer esse livro.

A trama gira em torno do irmão Jorg em uma caminhada violenta em busca de vingança. Logo no início do livro vemos as lembranças que ele tem de ser salvo enquanto sua mãe e irmão são mortos sem que ele pudesse fazer muita coisa, preso nos espinhos. Salvo por acaso ele busca uma única coisa, vingança. E esse ódio é que o alimenta e o faz sobreviver. Com uma inteligência acima da média ele consegue conquistar, muitas vezes por medo, a confiança de um grupo de mercenários que o seguem para seu destino.

É com essa inteligência e sagacidade que ele se mostra um excelente líder nas batalhas…

Você só pode vencer o jogo quando entende que se trata de um jogo. Deixe um homem jogar xadrez e diga a ele que todos os peões são seus amigos. Diga que ambos os bispos são santos. Faça-o lembrar de dias à sombra das torres. Deixe-o amar sua rainha. Veja-o perder tudo.

Mesmo sendo novo ele tem uma capacidade analítica que você vai lendo e esquece da idade dele e passa a acreditar que quem tá ali é um general que viveu várias guerras. O autor não economizou nem ficou com medo de escrever algum palavrão e muito menos de colocar sangue em suas passagens

Mantive o tom coloquial. Creio que as ameaças mais veladas são aquelas que alcançam os melhores resultados… O homem molhou as calças… me contou tudo que sabia…

Covardes são os melhores torturadores. Covardes entendem o medo e sabem como usá-lo. Já os heróis são péssimos torturadores…

O trauma em sua infância e o ódio fazem com ele cresça rapidamente e aprenda como o mundo funciona e é isso que de certa forma “deslumbra” seus irmãos. A crueldade de seus atos.
Jorg é atormentado por seu passado e por sua vontade de vingança e sangue.

A raiva carrega menos terror, os homens entendem a raiva. Ela promete resoluções; talvez resoluções sangrentas, mas imediatas.

Vou lhes dizer: o silêncio quase me derruba. É o silêncio que me apavora. A página em branco na qual posso escrever meus medos.

Enfim, o livro é repleto de ação. É aquele típico livro que você lê desesperadamente em um dia e fica se perguntando quando sai o próximo (primeiro semestre de 2014). Recomendo que não se apegue a nenhum personagem, pois o autor não tem medo de matar ninguém e isso faz a trama rodar rapidamente. Recomendo muito o livro e esse pra mim é um daqueles livros únicos que ficarão gravados na sua memória tal qual Roland e sua Torre Negra. Espero não ter revelado demais e que venha o próximo livro =]

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