Resenha: Príncipe Lestat – Anne Rice

/Editora Rocco/Resenhas/

Editora: Rocco
Autor: Anne Rice
ASIN: 9788532529794
Edição: 1
Número de páginas: 528
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Amazon

A autora do clássico Entrevista com o vampiro volta ao universo que a consagrou. Príncipe Lestat traz de volta o mundo belo e assustador das Crônicas Vampirescas e personagens que se tornaram eternos na imaginação e no coração dos leitores, entre eles Louis de Pointe du Lac e o eternamente jovem Armand, além de novas e sedutoras criaturas sobrenaturais. Pairando sobre todos, o desaparecido herói-andarilho, o perigoso e rebelde fora da lei – a esperança dos Mortos-Vivos – Príncipe Lestat. Neste romance inédito, ansiosamente aguardado por milhares de fãs da autora, o mundo dos vampiros está em crise; por todo o globo, eles têm sido queimados, e grandes massacres ocorrem, ordenados por uma voz misteriosa. Cabe a Lestat e seu séquito de bebedores de sangue desvendar os segredos sobre o que essa voz quer, e por quê, nesta trama ambiciosa, devastadora e luxuriante.

Minhas impressões

Eu não costumo muito acompanhar outros blogs de livros a não ser das editoras para evitar que minhas resenhas sejam influenciadas, besteira eu sei, mas tento sempre fazer isso, portanto não fazia ideia que a Anne havia lançado um novo livro. A última notícia que eu havia ouvido era que ela se converteu e não iria mais escrever sobre vampiros.

Fiquei extremamente feliz pela conversão, mas triste por não poder ler mais sobre o mundo vampiresco e claro, não poder ler sobre o Lestat. Mas… Para minha alegria e felicidade da nação, ela escreveu mais um livro e creio que sua obra final. Príncipe Lestat, sua masterpiece =) (eu espero que não, mas se ela terminar assim, terminou excelentemente bem).

Resenha: Cândido ou o Otimismo – Voltaire

/Penguin/Resenhas/

Editora: Penguin
Autor: Voltaire
ASIN: 9788563560582
Edição: 1
Número de páginas: 184
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Amazon

Até ser expulso de um lindo castelo na Westfália, o jovem Cândido convivia com sua amada, a bela Cunegunda, e tinha a felicidade de ouvir diariamente os ensinamentos de mestre Pangloss, para quem “todos os acontecimentos estão encadeados no melhor dos mundos possíveis”.
Apesar da crença absoluta na doutrina panglossiana, do primeiro ao último capítulo, Cândido sofre um sem-fim de desgraças: é expulso do castelo; perde seu amor; é torturado por búlgaros; sobrevive a um naufrágio para em seguida quase perecer em um terremoto; vê seu querido mestre ser enforcado em um auto da fé; é roubado e enganado sucessivas vezes.
Cândido só começa a desconfiar do otimismo exacerbado de seu mestre quando ele próprio e todos os que cruzam seu caminho dão provas concretas que o melhor dos mundos possíveis vai, na verdade, muito mal.

Minhas impressões

Numa resenha mais séria e cheia de grandes reflexões poderia dizer que a leitura de Cândido ou Otimismo foi muito interessante devido às questões filosóficas envolvidas ou que Voltaire apresenta o Iluminismo de maneira peculiar e importante, consideraria a crítica ao filósofo Leibniz, apontaria outras questões da História cujos reflexos sentimos até hoje e tudo o mais, mas a minha sugestão é de que o livro vale a leitura porque é muito, muito engraçado.

A história começa tranquila e conhecemos Cândido, um jovem inteligente e bondoso que vive sob o abrigo de um renomado barão tendo como preceptor o mestre Panglos, tudo vai bem até que, completamente apaixonado pela doce e bela Cunegundes, o moço é expulso a ponta pés por não possuir nobreza suficiente para casar-se com a filha do barão.

A partir daí a obra embarca num ritmo alucinante e há tempos não ria tanto com uma leitura!