Resenha: Manson – Jeff Guinn

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: Darkside Books
Autor: Jeff Guinn
ISBN: 9788566636314
Edição: 1
Número de páginas: 520
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Amazon

Psicopata, vigarista, racista e cafetão. Olhos em chamas, barba por fazer, cabelos despenteados e uma suástica tatuada na testa. A diabólica imagem de Charles Manson está gravada no inconsciente popular e é reconhecidamente assustadora. Após quatro décadas dos seus terríveis atos, os assassinatos orquestrados por ele continuam a exercer um mórbido fascínio. Dezenas de livros já foram escritos sobre Manson nesses mais de quarenta anos, e agora uma meticulosa pesquisa desenvolvida pelo biógrafo Jeff Guinn surge como o guia definitivo do homem que entrou para a história como sinônimo do mal.

Minhas impressões

Procurei esse livro por um bom tempo. Tanto por se tratar de uma das melhores edições da Darkside, quanto por ser uma das biografias mais completas que eu vi.

Claro que já conhecia a história do Manson. Creio que todo mundo que nasceu em 80 ou 90 já tenha ouvido falar dele (apesar de algumas pessoas para quem mostrei o livro não terem reconhecido o nome). Mesmo conhecendo a história eu não sabia completamente o que havia acontecido, ou como havia acontecido. Principalmente não sabia quem ou quantas vítimas A Família matou.

Pra quem “gosta” das histórias ou dos casos de psicopatas, sabe o básico da personalidade e da influência que a infância tem na criação de um psicopata. Geralmente quando criança um psicopata sofre abusos ou maus tratos, desde espancamentos à abusos sexuais. Há também casos de quando criança um psicopata possa ter tido maus exemplos ou uma educação negligente (não educação acadêmica). Obviamente existem alguns estudos que associam uma certa deficiência no córtex orbito-frontal (uma região acima dos olhos), que é responsável por tomadas de decisão e conduta ética, à psicopatas. Outra possibilidade é uma presença de um gene chamado de “gene guerreiro”, ou gene maoa, que acaba deixando o cérebro insensível ao efeito calmante da serotonina, mas em resumo, o background, o histórico da pessoa é que acaba influenciando mais na psicopatia.