Resenha: Grau 26 – Anthony E. Zuiker

/Editora Record/Resenhas/

Editora: Record
Autor: Anthony E. Zuiker | Duane Swierczynski
ISBN: 9788501088833
Edição: 1
Número de páginas: 434
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 50 de 100 pontos
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Anthony E. Zuiker, visionário criador de CSI, apresenta o primeiro romance digital interativo sobre a mais brutal série de crimes do mundo. O perito Steve Dark e sua equipe têm nas mãos o mais terrível assassino de todos os tempos. Um homem tão perverso que não se encaixa nos 25 graus de psicopatia estipulados pela lei. Para ele, é necessário criar o grau 26. Um livro eletrizante e inovador, a primeira experiência literária de conversão de mídias.

Minhas impressões

Esse livro estava na minha lista de leitura já faz um bom tempo e ainda estou em dúvida se não era melhor tê-lo deixado lá. Vou explicar a seguir.

O livro traz a história de um novo grau na escala psiquiátrica que mede a maldade. Pra você, assim como eu, que não sabia que existia isso, a escala conta com vinte e dois níveis de maldade que vão desde matar alguém em auto defesa, até psicopatas que torturam por anos e depois matam as vítimas. No livro somos apresentados a vinte e cinco níveis e surge o vigésimo sexto.

Resenha: O instinto de morte – Jed Rubenfeld

/Editora Paralela/Resenhas/

Editora: Paralela
Autor: Jed Rubenfeld
ISBN: 9788565530033
Edição: 1
Número de páginas: 400
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Uma bomba explode na Wall Street. É 16 de setembro de 1920. O sol está a pino. A catástrofe soma 36 mortos e mais de trezentos feridos, no que é considerado o primeiro grande ataque terrorista aos Estados Unidos. Esse é o ponto de partida de ‘O instinto de morte’, um thriller que combina elementos de romance histórico a um clima ‘noir’.

Minhas impressões

Peguei esse livro claramente pelo nome, numa dessas feiras de livros no shopping. Em meio a tanta notícia recente sobre terrorismo, além do nome, o assunto me chamou atenção: O maior atentado terrorista (até 2011) em solo americano e que até hoje não foi resolvido.

“Quem você deve assassinar se odeia todo um país? No velhos tempos teria sido o rei. Ataque o rei da Inglaterra, e estará atacando a própria Inglaterra. Mas um presidente? Um presidente é apenas um político que de qualquer modo, terá ido embora em poucos anos. Numa democracia é preciso tirar o assassinato de dentro do palácio. Você precisa assassinar pessoas.”

Resenha: Abominação – Gary Whitta

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: Darkside Books
Autor: Gary Whitta
ISBN: 9788566636796
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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O primeiro romance de Gary Whitta, também autor do aclamado star wars: Rogue One, é uma aventura para os leitores mais valentes. Whitta transforma o gore em momentos de grande beleza. Abominação é uma mistura épica entre fantasia histórica, ficção científica e a magia da cultura nórdica.
A era medieval é muito mais conhecida por seus mistérios do que por seus registros históricos. Talvez seja melhor assim. Há quem acredite que estaremos mais seguros enquanto não soubermos de toda a verdade. Mas quem disse que as lendas não podem ser mais reais do que você imagina? Abominação reconta um dos capítulos mais sangrentos da história da Inglaterra: as invasões vikings do século ix. Apresentando personagens e batalhas reais, sua narrativa vai muito além do que poderíamos encontrar nos livros de história. Com influências de Lovecraft a Game of Thrones, vem sendo recebido mundo afora como um novo clássico para fãs do gênero.
O reino de Wessex foi o único da Inglaterra que escapou dos invasores nórdicos. Seu rei, Alfredo, negocia um acordo com os bárbaros do Mar do Norte, mesmo sabendo que eles não são adeptos da paz. É preciso estar preparado, a guerra pode recomeçar há qualquer momento. O arcebispo da Cantuária oferece proteção ao reino, através de feitiços descobertos por ele em velhos pergaminhos. O rei só não poderia imaginar que a magia seria ainda mais perigosa que os próprios vikings.

Minhas impressões

Dessa vez não tecerei elogios para as capas e o trabalho magnífico da Darkside em seus livros. Vocês já devem saber disso de tanto que eu falo =)

Vi Abominação na entrada da livraria e não tive como não percebê-lo. Já conhecia o autor Gary Whitta por ter escrito a história de Star Wars: Rogue One e fiquei curioso para ler outra obra dele.

Indra observou o homem de perto quando a percepção da morte iminente começou. Ela não apreciava o sofrimento alheio, mas se permitiu a satisfação daquele momento…

Resenha: Bom dia Verônica – Andrea Killmore

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: Darkside Books
Autor: Andrea Killmore
ISBN: 9788594540171
Edição: 1
Número de páginas: 256
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Andrea Killmore faz sua estreia com um livro que está destinado a se tornar uma referência na literatura policial brasileira. Amiga íntima do perigo, ela é uma revelação que não pode ser revelada, e seu verdadeiro nome continua um mistério. Em outra vida, ela foi alguém importante dentro da polícia. Após trabalhar infiltrada em um caso e sofrer uma grande perda pessoal, viu-se obrigada a assumir uma nova identidade. E com ela, uma nova vocação. Assim nasceu Andrea Killmore. Em ‘Bom dia, Verônica’, acompanhamos a secretária da polícia Verônica Torres, que, na mesma semana, presencia de forma chocante o suicídio de uma jovem e recebe uma ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Com sua habilidade e sua determinação, ela vê a oportunidade que sempre quis para mostrar sua competência investigativa e decide mergulhar sozinha nos dois casos. No entanto, essas investigações teoricamente simples se tornam verdadeiros redemoinhos e colocam Verônica diante do lado mais sombrio do homem, em que um mundo perverso e irreal precisa ser confrontado. Andrea Killmore compõe thrillers como os grandes mestres, e sua experiência de vida confere uma autenticidade que poucas vezes encontramos em suspenses policiais, vibrante e cruel — como a realidade.

Minhas impressões

Demorei bastante para fazer essa resenha, mas não que o livro não merecesse, mas por falta de tempo mesmo. Desde que li o livro não sai da cabeça.

Como sempre as capas dos livros da Darkside são lindas e sempre dou preferência aos títulos deles quando vou comprar um novo livro (mesmo tendo trinta e tantos outros para ler). O nome do livro não revela quase nada sobre o mesmo, porém o nome da autora é bem sugestivo. Andréa Killmore.

Resenha: Ninguém nasce herói – Eric Novello

/Editora Seguinte/Resenhas/

Editora: Seguinte
Autor: Eric Novello
ISBN: 9788555340420
Edição: 1
Número de páginas: 384
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Num futuro em que o Brasil é liderado por um fundamentalista religioso, o Escolhido, o simples ato de distribuir livros na rua é visto como rebeldia. Esse foi o jeito que Chuvisco encontrou para resistir e tentar mudar a sua realidade, um pouquinho que seja: ele e os amigos entregam exemplares proibidos pelo governo a quem passa pela praça Roosevelt, no centro de São Paulo, sempre atentos para o caso de algum policial aparecer. Outro perigo que precisam enfrentar enquanto tentam viver sua juventude são as milícias urbanas, como a Guarda Branca: seus integrantes perseguem diversas minorias, incentivados pelo governo. É esse grupo que Chuvisco encontra espancando um garoto nos arredores da rua Augusta. A situação obriga o jovem a agir como um verdadeiro super-herói para tentar ajudá-lo — e esse é só o começo. Aos poucos, Chuvisco percebe que terá de fazer mais do que apenas distribuir livros se quiser mudar seu futuro e o do país

Minhas impressões

Não poderia deixar essa resenha para o próxima semana, os outros livros que estavam agendados que me perdoem.

Antes de mais nada gostaria de falar do autor. Eric Novello (o sobrenome soa mais como Novéllo) é autor de cinco livros e mais alguns contos, além de tradutor. O conheci por acaso em uma bienal quando peguei um exemplar de Exorcismos, amores e uma dose de blues por achar a capa linda. Ele apareceu para apresentar o livro e se apresentar, mesmo com um leve spoiler gostei do livro e levei. Pela resenha que você pode ver aqui, dá pra ver que gostei bastante.

Quem não entende que é responsável pelos próprios atos, pelos bons e pelos ruins, é capaz de tudo.

Resenha: Deuses americanos – Neil Gaiman

/Editora Intrínseca/Resenhas/

Editora: Intrínseca
Autor: Neil Gaiman
ISBN: 9788551000724
Edição: 1
Número de páginas: 608
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Obra-prima de Neil Gaiman, Deuses americanos é relançado pela Intrínseca com conteúdo extra, em Edição Preferida do Autor. “Deuses americanos” é, acima de tudo, um livro estranho. E foi essa estranheza que tornou o romance de Neil Gaiman, publicado pela primeira vez em 2001, um clássico imediato. Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução. A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura.
O que Gaiman constrói em Deuses americanos é um amálgama de múltiplas referências, uma mistura de road trip, fantasia e mistério — um exemplo máximo da versatilidade e da prosa lúdica e ao mesmo tempo cortante de Neil Gaiman, que, ao falar sobre deuses, fala sobre todos nós. “Deuses americanos” foi adaptado para a TV em série com estreia prevista para 2017, com roteiro do próprio Neil Gaiman e produção de Bryan Fuller (das séries Hannibal e Pushing Daisies e dos filmes da franquia Star Trek). Juntos, os livros de Neil Gaiman lançados pela Intrínseca já venderam mais de 100 mil exemplares. “Original, arrebatador e infinitamente criativo.”

Minhas impressões

Contando essa versão da resenha, eu devo ter tentado escrever sobre esse livro umas treze vezes e ainda assim foi difícil.

Resenha: Os Senhores dos Dinossauros – Victor Milán

/Editora DarkSide Books/Resenhas/

Editora: DarkSide Books
Autor: Victor Milán
ISBN: 9788566636741
Edição: 1
Número de páginas: 480
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 80 de 100 pontos
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Em “Os Senhores dos Dinossauros”, Victor Milán consegue materializar um sonho que milhares de leitores compartilham secretamente desde a infância: cavalgar os gigantes répteis pré-históricos, como o terrível Tiranossauro Rex. O romance se passa no Império da Nuevaropa, um continente claramente inspirado na Europa do século XIV. Cultura e costumes, religião, conflitos políticos, tecnologia e armamento são compatíveis com o último período da Idade Média. Mas neste mundo, construído pelos Oito Criadores, os dinossauros também fazem parte do arsenal de guerra.
Os Senhores dos Dinossauros é o primeiro livro de uma Trilogia desenvolvida por Victor Milán, autor de mais de 100 romances de ficção científica e fantasia. Ele também é um dos fundadores e coescritores do projeto Wild Cards, de Melinda M. Snodgrass e George R. R. Martin. O autor de Guerra dos Tronos, amigo pessoal de Milan, define o que os leitores podem esperar de Os Senhores dos Dinossauros: “É como um encontro de Jurassic Park com Game of Thrones.”
A luxuosa edição brasileira de Os Senhores dos Dinossauros vem em capa dura, com ilustrações originais de Richard Anderson, artista que desenvolveu concepts para filmes de Hollywood como Os Guardiões da Galáxia, Thor: O Mundo Sombrio, Gravidade e Prometheus.

Minhas impressões

Resenha: Terra dos Homens – Antoine de Saint-Exupéry

/Resenhas/

Editora: Nova Fronteira
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
ISBN: 9788520940297
Edição: 1
Número de páginas: 142
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Saint-Exupéry, nascido em 1900, em Lyon, França, conta nesse livro de memórias como descobriu sua vocação aos 12 anos, ao voar pela primeira vez em um balão. Piloto civil aos 21 anos, aos 26 passa a integrar a equipe de pioneiros que, em pequenos aparelhos a hélice, sem conforto ou pressurização, sobrevoa o Saara e a cadeia andina para levar à Àfrica e à América do Sul o correio aéreo da Europa. Além de exímio piloto, ele se tornaria célebre ao escrever ‘O pequeno príncipe’.

Minhas impressões

A paixão pela narrativa contada em “O Pequeno Príncipe” onde a leveza dos valores universais estão postos e a jornada do herói é desbravada de uma maneira tão simples que chega a espantar, me levaram a procurar saber mais do francês Antoine de Saint-Exupéry, escritor, ilustrador e piloto apaixonado por mecânica.

Resenha: O Homem que caiu na Terra – Walter Tevis

/Uncategorised/

Editora: Darkside Books
Autor: Walter Tevis
ISBN: 9788594540058
Edição: 1
Número de páginas: 224
Acabamento: Encadernado
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Poesia e beleza de outro mundo
“O Homem que Caiu na Terra” tornou-se um verdadeiro clássico da literatura e uma das mais refinadas, sutis e delicadas ficções científicas já escritas. Publicado originalmente em 1963, ganhou reconhecimento em todo o planeta com a adaptação para o cinema dirigida por Nicolas Roeg em 1976. O filme também marcou a estreia de David Bowie no cinema encarnando o protagonista alienígena — para quem o papel parece ter sido especialmente pensado (o que não foi o caso): um ser andrógino, impúbere, alto para os padrões terráqueos, delicado, magro, polido e que tenta se adaptar à vida terrestre para sobreviver entre os humanos.

Minhas impressões

Vocês já devem ter visto em alguma resenha eu elogiando o trabalho da Darkside. Eu não precisaria me repetir, mas o trabalho deles é incrível. Tudo no livro é lindo. Desde a tipografia, até os espaçamentos, gramatura da folhas, as entre capas, a tonalidade e tipo de folhas, etc. É uma obra de arte à parte.

Resenha: Holocausto Brasileiro – Daniela Arbex

/Editora Geração/Resenhas/

Editora: Geração
Autor: Daniela Arbex
ISBN: 9788581301570
Edição: 1
Número de páginas: 256
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
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Durante décadas, milhares de pacientes foram internados à força, sem diagnóstico de doença mental, num enorme hospício na cidade de Barbacena, em Minas Gerais. Ali foram torturados, violentados e mortos sem que ninguém se importasse com seu destino. Eram apenas epilépticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, meninas grávidas pelos patrões, mulheres confinadas pelos maridos, moças que haviam perdido a virgindade antes do casamento.
Ninguém ouvia seus gritos. Jornalistas famosos, nos anos 60 e 70, fizeram reportagens denunciando os maus tratos. Nenhum deles – como faz agora Daniela Arbex – conseguiu contar a história completa. O que se praticou no Hospício de Barbacena foi um genocídio, com 60 mil mortes.
Um holocausto praticado pelo Estado, com a conivência de médicos, funcionários e da população.

Minhas impressões

Eu leio bastante livros históricos. Muitos eu nem escrevo resenhas aqui, pois são assuntos muito similares, além que demoro séculos para terminar.