Resenha: Deuses americanos – Neil Gaiman

/Editora Intrínseca/Resenhas/

Editora: Intrínseca
Autor: Neil Gaiman
ISBN: 9788551000724
Edição: 1
Número de páginas: 608
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Amazon

Obra-prima de Neil Gaiman, Deuses americanos é relançado pela Intrínseca com conteúdo extra, em Edição Preferida do Autor. “Deuses americanos” é, acima de tudo, um livro estranho. E foi essa estranheza que tornou o romance de Neil Gaiman, publicado pela primeira vez em 2001, um clássico imediato. Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução. A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura.
O que Gaiman constrói em Deuses americanos é um amálgama de múltiplas referências, uma mistura de road trip, fantasia e mistério — um exemplo máximo da versatilidade e da prosa lúdica e ao mesmo tempo cortante de Neil Gaiman, que, ao falar sobre deuses, fala sobre todos nós. “Deuses americanos” foi adaptado para a TV em série com estreia prevista para 2017, com roteiro do próprio Neil Gaiman e produção de Bryan Fuller (das séries Hannibal e Pushing Daisies e dos filmes da franquia Star Trek). Juntos, os livros de Neil Gaiman lançados pela Intrínseca já venderam mais de 100 mil exemplares. “Original, arrebatador e infinitamente criativo.”

Minhas impressões

Contando essa versão da resenha, eu devo ter tentado escrever sobre esse livro umas treze vezes e ainda assim foi difícil.

Resenha: Como eu era antes de você – Jojo Moyes

/Editora Intrínseca/Resenhas/

Editora: Intrínseca
Autor: Jojo Moyes
ASIN: 9788580573299
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 100 de 100 pontos
Compre: Saraiva

Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã e mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

Minhas impressões

Bom, para falar a verdade dei voltas e voltas o máximo que pude para não terminar de ler esse livro. No começo achei que fosse só mais um romancezinho clichê do momento como tantos que saem por ai, e que não teria aquele “algo mais” que te faz pensar sobre as pessoas que você conhece e que também não teria uma reflexão, algo mais para esse livro te deixar algum tipo de marca sabe… Ainda bem que me enganei.

Como todos sabem ou para quem ainda não sabe a narrativa conta a historia de Will, um jovem de 35 anos bem sucedido que tem sua vida toda transformada após um acidente que o deixou tetraplégico. E Louisa, uma jovem de 26 anos sem ambições na vida e conformada com o sua atual condição profissional, familiar e pessoal que passa a trabalhar como cuidadora de Will.

Resenha: Cinquenta tons de cinza – E. L. James

/Editora Intrínseca/Resenhas/

untitledEditora: Intrínseca
Autor: E. L. James
ISBN: 9788580572186
Edição: 1
Número de páginas: 454
Acabamento: Brochura
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja – mas em seu próprios termos…

Minhas impressões

Cinquenta Tons de Cinza, traz à tona um assunto considerado um “tabu” em diversos países. “O prazer também vem pela dor”. Extremamente badalado nos EUA ele traz a história de uma universitária (Anastasia Steele) e um empresário super bem sucedido (Christian Grey), que se conhece ao acaso.

Desde o momento em que se conheceram a eletricidade entre os dois se torna palpável no livro e assim começa um tortuoso romance baseados nos termos do Sr. Grey que Anastasia tenta decidir se vai aceitar ou não…

Quando gosto muito do livro ou eu escrevo muito revelando várias partes, ou tento esconder o máximo pra deixar as pessoas com vontade de ler *-*. Nesse caso vou esconder ok? =p

Já tinha ouvido falar desse livro antes do lançamento dele na lista dos mais vendido do NY Times. Desde lá fiquei com receio de ler, pois os boatos era que o livro era “feminino”. Ainda bem que não liguei pra isso e li mesmo assim. A autora aborda um assunto que como disse acima é um tabu tanto pra homens, quanto pra mulheres: Criatividade no romance (eufemismo).

Sendo sincero, eu não gosto de romances, e fiquei meio com pé atrás achando que esse era um desses melosos por aí. Engano meu:

Então, desabotoa minha calça jeans, puxa sem pressa o zíper. Sem tirar os olhos de mim… Não consigo desviar o olhar. Ele para e molha os lábios, sem interromper o contato visual. Inclina-se para a frente, roçando o nariz na minha coxa até chegar ao vértice entre minhas pernas. Eu o sinto. Ali…

O romance proposto no livro é eletrizante. Quando você acha que está chegando no ápice, começa tudo novamente e isso dá uma expectativa no leitor que falta comer as páginas. Há um misto de suspiros com falta de respiração enquanto você lê o livro.

Outro ponto importante é que a autora deixa às claras o que é o estilo BDSM (cuidado quando pesquisar no Google) e mostra como isso pode ser explorado sem usar a vulgaridade de livros do gênero.

Ele está beijando e chupando e mordendo… descendo… e, então, está com a língua ali. No encontro das minhas coxas. Jogo a cabeça pra trás e grito quando estou quase chegando à explosão do orgasmo. Estou quase lá, e ele para…

Enfim. Gostei muito do livro. A autora conseguiu escrever sobre um tema que tinha tudo pra não virar um hit, mas acabou tomando conta do mundo. Recomendo veementemente o livro. Principalmente pra aumentar a criatividade rs. Procurei na internet alguma outra resenha desse livro feita por homem, mas não encontrei, então perdoem-me se errei =)

Leiam e comentem =]