Resenha: O Beijo – Série Bruxos e Bruxas – Vol. 4 – James Patterson

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

Editora: Novo Conceito
Autor: James Patterson
ISBN: 9788581635101
Edição: 1
Número de páginas: 304
Acabamento: Brochura
Classificação EDS: 40 de 100 pontos
Compre: Amazon

No quarto livro da série Bruxos e Bruxas, Whit e Wisty, agora membros do Conselho, estão tentando reconstruir a cidade depois de derrotar “O Único Que É O Único”, o vilão mais malvado do mundo. Quando tudo parece correr bem, surge uma nova ameaça, personificada na figura do cruel Rei da Montanha. Ele é um mago indestrutível, que deseja a todo custo dominar a cidade. Sem água e prestes a ficar sem alimentos, a população conta com os irmãos Allgood para sobreviver.
Wisty está encantada pelo jovem Heath, que compreende tão bem os seus dilemas afinal, ele também é um bruxo. Talvez Wisty possa se unir a Heath na guerra contra o Rei da Montanha. Mas o que será que Whit acha disso?

Minhas impressões

Se vocês derem uma lida nas resenhas dos livros dessa série aqui no blog vão ver que no segundo livro eu já não estava gostando muito. Na verdade estava odiando. porém em respeito ao autor que já escreveu livros incríveis, continuei lendo. Sem contar o respeito pela editora também que foi umas das únicas que me deu a oportunidade de parceria e boas leituras.

Posso confessar que o fato de eu achar o livro péssimo é parte culpa minha também, pois esse livro com certeza deve ter sido escrito para crianças de dez ano ou menos, ou seja, não é pra mim. (Apesar de ter visto umas resenhas de meninas bem mais velhas achando essa saga incrível, tsc tsc). Vou tentar explicar da forma mais imparcial possível, mas vai ser difícil.

Resenha: A casa do céu – Amanda Lindhout & Sara Corbett

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

Editora: Novo Conceito
Autor: Amanda Lindhout & Sara Corbett
ISBN: 9788581633039
Edição: 1
Número de páginas: 448
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Quando criança, Amanda escapava de um lar violento folheando as páginas da revista National Geographic e imaginando-se em lugares exóticos.
Aos dezenove anos, trabalhando como garçonete, ela começou a economizar o dinheiro das gorjetas para viajar pelo mundo.
Na tentativa de compreendê-lo e dar sentido à vida, viajou como mochileira pela América Latina, Laos, Bangladesh e Índia. Encorajada por suas experiências, acabou indo também ao Sudão, Síria e Paquistão. Em países castigados pela guerra, como o Afeganistão e o Iraque, ela iniciou uma carreira como repórter de televisão. Até que, em agosto de 2008, viajou para a Somália — “o país mais perigoso do mundo”. No quarto dia, ela foi sequestrada por um grupo de homens mascarados em uma estrada de terra.
Mantida em cativeiro por 460 dias, Amanda converteu-se ao islamismo como tática de sobrevivência, recebeu “lições sobre como ser uma boa esposa” e se arriscou em uma fuga audaciosa. Ocupando uma série de casas abandonadas no meio do deserto, ela sobreviveu através de suas lembranças — cada um dos detalhes do mundo em que vivia antes do cativeiro —, arquitetando estratégias, criando forças e esperança. Nos momentos de maior desespero, ela visitava uma casa no céu, muito acima da mulher aprisionada com correntes, no escuro e que sofria com as torturas que lhe eram impostas.
De maneira vívida e cheia de suspense, escrito como um excepcional romance, “A Casa do Céu” é a história íntima e dramática de uma jovem intrépida e de sua busca por compaixão em meio a uma adversidade inimaginável.

Minhas impressões

Posso começar essa resenha dizendo que foi um dos livros mais difíceis que já li. Principalmente pra mim que estou acostumado a ler livros de fantasia. Passar pra algo tão real é assustador.

A casa do céu é um relato do cárcere da jornalista Amanda Lindhout na Somália. Na verdade muito mais que isso. O livro A Casa do Céu traz um relato completo da vida da jornalista, desde sua infância numa casa violenta até o início de sua vida adulta onde ela passou a realizar um de seus sonhos: viajar pelo mundo.

Logo no início do livro me perguntei se era realmente necessário falar sobre todo esse início da vida da Amanda, de como ela viva quando criança e seu desejo por viagens, mas do decorrer do livro percebemos a importância de conhecermos isso. Amanda quando criança colecionava as revistas da National Geographic que comprava em brechós. Era através dessas fotos que ela fugia da realidade em sua casa, com um padrasto violento com sua mãe. Vemos que esse desejo de viajar e conhecer o mundo era algo tão intrínseco nela que se tornou seu sonho quando mais velha.

Ela saiu de casa cedo e passou a trabalhar numa boate servindo mesas. Após conhecer um rapaz os dois planejaram fazer um viagem, pra qualquer lugar. Acabaram vindo para a América do Sul mesmo com a pretensão de passar seis meses por aqui vivendo como mochileiros. Após o companheiro de Amanda torcer o tornozelo eles tiveram que encurtar a viagem, prometendo voltar. Por fim, somente Amanda continuou com o sonho de viajar por diversos países.

A rotina dela era bem calculada. Trabalhava nos restaurantes de Calgary no Canadá por tempo o suficiente para juntar dinheiro e se manter por um ano viajando. Viajando como mochileira, se hospedando em albergues pelos países onde passava, ela chegava a ficar anos fora de casa. Encurtando bastante a história, em uma dessas viagens ela conhece Nigel, um foto jornalista australiano por quem se apaixonou.

Pulando mais a história pra evitar contar demais, Amanda resolve tentar ganhar a vida também trabalhando com foto jornalismo, isso ajudaria a se manter mais tempo num país. Assim ela acabou conseguindo um emprego como jornalista freelancer cobrindo reportagens no Paquistão e Afeganistão. Numa tentativa de obter mais experiência e até mesmo respeito por seus colegas jornalistas, Amanda resolve ir para a Somália, local pouco explorado e conhecido como o mais violento do mundo. Mesmo com pedidos veementes de sua mãe, Amanda resolve ir e vai acompanhada de Nigel.

No avião que os deixariam em Mogadiscio Amanda ouve de um senhor o que poderia ser considerado uma profecia futuramente. Ele lhe disse para tomar cuidado, pois sua cabeça poderia valer meio milhão, por ser estrangeira.

Mesmo contratando um fixer (pessoa local que organiza câmeras, entrevistas, etc) muito conhecido no local, Amanda e Nigel acabam sendo sequestrados. Não pretendo comentar muito sobre os horrores passado por eles no cativeiro, isso é melhor que vocês leiam e tirem suas conclusões. O que posso falar é que, a capacidade humana pra crueldade é incomensurável! Tentei escrever essa resenha sem citar a religião, mas é impossível. É um absurdo que muito do que a Amanda sofreu era algo aceito pelo islamismo, que o captores tinham direitos sobre quem capturou, o termo “que a tua mão direita possui”. Diferente de outras religiões a dignidade e o mínimo de moralidade que uma pessoa deve ter, não era ensinado. Tudo dizia respeito à jihad (a luta) e por ela eles viviam. Eu sinceramente pensei diversas vezes em quanto lia, o quão gratificante seria os captores serem mortos, assim como Jezabel, despedaça por cachorros. Sei que é algo violento, mas quando vocês lerem entenderão.

Fora toda a maldade, o mais impressionante foi a força encontrada pelos dois para sobreviverem. Amanda enquanto sofria abusos se escondia em um refúgio imaginário que ela chamava de Casa do Céu. Era nesse lugar que ela ia para não sentir dor. Para não enlouquecer no quarto totalmente escuro em que foi mantida por semanas!

Depois de 15 meses aprisionados, os captores e as duas famílias entraram em acordo e os dois foram soltos. Amanda que dias antes quase chegara a se matar, enfim estava livre e nos braços de sua mãe. Mesmo depois de todo esse sofrimento, seis meses depois de ser liberta, Amanda retorna à Somália, agora como humanitária, fundadora da Fundação para Enriquecimento Global, com o intuito de ajudar mulheres refugiadas. Por todo o tempo que Amanda passara em cativeiro ela sentia-se no dever de ajudar outras pessoas que passaram por terrores parecidos.

Enfim, o livro como falei é bem intenso e moroso, mas traz uma história incrível e uma lição de força de vontade única. Recomendo que após a leitura vejam uma entrevista de Amanda à NBC, confesso que ao assistir a entrevista tudo o que li no livro se tornou mais complexo, mais pesado, pois passei a ver quem era Amanda, a saber que tudo aquilo que ela passou era muito real, não só palavras num livro. Coloquei abaixo também o link de uma reportagem dela em português. Bom, até a próxima =]

Reportagem Época

Visit NBCNews.com for breaking news, world news, and news about the economy

Compartilhe este link para ganhar pontos

Resenha: A conspiração – Clive Cussler

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

Editora: Novo Conceito
Autor: Clive Cussler
ISBN: 9788581631974
Edição: 1
Número de páginas: 544
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Uma embarcação romana naufraga no século IV. Durante a Primeira Guerra Mundial, um navio inglês é destruído por uma bomba. Atualmente, no Oriente Médio, ícones da fé islâmica são bombardeados. E um misterioso pergaminho relacionado à vida particular de Jesus pode limitar o poder da Igreja Católica. Como eventos e fatos tão distantes podem ter alguma relação? O engenheiro naval Dirk Pitt (Diretor da NUMA – Agência Nacional Marítima e Subaquática) está acostumado a explorações subaquáticas — e a revelar mistérios indecifráveis — e parece ser a pessoa mais indicada para trazer a público o elo entre esses episódios tão incompatíveis. Mas a que custo? Uma aventura que mistura ficção e realidade em uma criação cheia de surpresas e mistério. Acompanhe o incansável herói Dirk Pitt em uma história em que arrepiantes artefatos religiosos, a CIA e o Mossad misturam-se às mais magníficas construções da arquitetura medieval.

Minhas impressões

Esse livro foi difícil! Difícil de largar! =p Depois de algumas páginas eu tive que me forçar a largar o livro pra poder ir dormir. Eu já havia lido outro livro deste autor e a sensação foi a mesma, logo já dá pra ver que o autor é realmente bom.

A conspiração começa com um suspense simples que já prende sua atenção, um naufrágio da época otomona é encontrada por Dirk. Pra quem curte história/arqueologia já fica louco pra descobrir do que se trata, mas a trama vai se tornando cada vez mais densa e você entra naquela de “vou ler só mais uma página”. Nessa de mais uma página, foram 300 e poucas num dia rs.

Como falei acima, a trama vai ficando mais densa quando entram outros personagens na história, em locais diferentes, com situações diferentes. Quando o autor começou a inserir novos personagens fiquei com medo de que a trama se tornasse complexa demais, ou então que ele não conseguisse fechar todos os pontos. Ainda bem que eu estava enganado.

Na história, somos levados para Istambul, Israel, Inglaterra e outros lugares, com acontecimentos aparentemente desconexos e que no final das contas vão se interligando. A capacidade do autor de integrar todas as histórias em uma só, foi surpreendente. No final de tudo você percebe que nada na história foi irrelevante. Outro detalhe muito bom são os detalhes do mundo náutico e histórico, uma vez que o autor na vida real trabalha com isso.

Enfim, mais um livro desse autor lido e que ratifica a qualidade do que ele escreve. Se você quer ler um livro antes desse final de ano, recomendo esse. Em 3 dias você termina ele fácil rs. Você vai sentir aquela vontade de não largar de jeito nenhum o livro enquanto não terminar. A quantidade de páginas pode assustar os desacostumados, mas essas páginas passam mais rápido que um livro de 200 páginas. Me contem o que acharam depois =)

Até e caso não nos falemos, feliz ano novo!

Compartilhe este link para ganhar pontos

Resenha: Corações Feridos – Louisa Reid

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

corações-feridos-louisa-reid-estante-dos-sonhosEditora: Novo Conceito
Autor: Louisa Reid
ISBN: 9788581630441
Edição: 1
Número de páginas: 256
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  85 de 100 pontos

Hephzibah e Rebecca são irmãs gêmeas, mas muito diferentes. Enquanto Hephzi é linda e voluntariosa, Reb sofre da Síndrome de Treacher Collins — que deformou enormemente seu rosto — e é mais cuidadosa. Apesar de suas diferenças, as garotas são como quaisquer irmãs: implicam uma com a outra, mas se amam e se defendem. E também guardam um segredo terrível como só irmãos conseguem guardar. Um segredo que esconde o que acontece quando seu pai, um religioso fanático, tranca a porta de casa. No entanto, quando a ousada Hephzibah começa a vislumbrar a possibilidade de escapar da opressão em que vive, os segredos que rondam sua família cobram-lhe um preço alto: seu trágico fim. E só Rebecca, que esteve o tempo todo ao lado da irmã, sabe a verdadeira causa de sua morte… Hephzi sonhara escapar, mas falhara. Será que Rebecca poderia encontrar, finalmente, a liberdade?

Minhas impressões

Corações Feridos não é um dos livros que eu normalmente leria. As vezes pego um bem diferente do meu “estilo literário” para dar uma variada. Ainda bem que escolhi esse.

O que me chamou mais atenção nesse livro foi o fato de uma das gêmeas ter nascido desfigurada, enquanto a outra era linda. Só isso já dá uma ideia de como será o livro, porém você não está preparado para o que vai encontrar nessas páginas. Quando comecei a ler, pensei que seria somente um drama simples entre as duas irmãs, focando nas diferenças entre as duas. Adicione nesse “drama simples” um fanatismo religioso dos pais, um pai agressivo/abusivo e uma mãe omissa. A trama vai se tornando cada vez mais densa enquanto você vai lendo.

Por diversas vezes eu parei de ler o livro pensando: “não é possível algo desse tipo acontecer” ou “não tem como alguém ser tão cego assim”, mas coincidentemente em uma conversa com minha mãe, ela comentou de uma conhecida dela que a mãe não deixa ela ir ao médico, pois Deus vai cura-la. A mãe dela quer arrumar um casamento para garota, não deixa ela sair, nem se vestir conforme a idade dela. Então já dá para ter uma ideia de que isso poderia sim acontecer. Logo o peso do drama ficou bem maior enquanto lia.

Não achem que estou criticando qualquer religião, vejam bem. Estou somente comentando aqui que essas coisas existem. Inúmeras vezes eu pensei em pular páginas do livro para evitar ler o sofrimento que essas meninas passavam. Parecia que a autora estava tripudiando do leitor com tanto sofrimento e detalhamento do que acontecia com as duas. Seria clichê demais falar que no final tudo compensa, mas não é tão simples assim.

Você comemora cada vitória que elas conseguem. Coisas simples, como elas irem para escola, conseguir uma aspirina, um desodorante! O leitor se depara com essas duas garotas, totalmente despreparadas para o mundo, como por exemplo pegar um ônibus, ou como é uma festa e por aí vai. Hepzi a linda (não me julguem é assim que ela é definida rs) é a que sempre quis sair para ver o mundo e logo se apaixona na escola. Já Reb é extremamente introvertida e praticamente vive pela irmã, tanto para fazer as vontades dela, quanto viver pelas experiências dela. Reb nunca achou que poderia sair de casa e viver uma vida normal, pois assim ela foi ensinada. Uma aberração, um erro da natureza.

Depois de uma tragédia (sim, tem coisas piores do que as maldades que acontecem com essas irmãs que pode ser chamado de tragédia), Reb se vê forçada a viver por si mesma e descobrir uma forma de se livrar desse sofrimento que ela passa.

Enfim, como citei mais acima o livro é um drama bem denso. Não sei dizer se vai fazer você chorar ou não. O último livro desse estilo que eu li e presenteei para uma amiga, ela chorou absurdos e deixou de ler o livro rs, portanto cuidado quando forem ler este. O livro é excelente, você se envolve bastante com a história e praticamente entra em desespero para terminar de ler o livro e se livrar do sofrimento. Recomendo o livro, principalmente para pararmos um pouco e pensarmos se estamos agindo certo com todos ao nosso redor. Se não estamos deixando nada passar despercebido, um amigo precisando de ajuda por exemplo.

Leiam e me contem como foi. Afinal não sou especialista em dramas =)

Compartilhe este link para ganhar pontos

Resenha: O Dom – James Patterson

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

o-dom-james-patterson-estante-dos-sonhosEditora: Novo Conceito
Autor: James Patterson
ISBN: 9788581632810
Edição: 1
Número de páginas: 288
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  80 de 100 pontos

Os irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos… Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor… Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty… Ou para, finalmente, matá-la.

Minhas impressões

Bom, sempre começo elogiando os livros do James Patterson, pois o cara é genial. Isso fica claro nos livros que ele já escreveu até agora. Não é diferente nesta continuação.

Depois de uma bem sucedida resistência Wisty e With passam a ajudar na libertação de outras crianças, porém já de início temos uma surpresa e as coisas começam a piorar pro lado deles.

Wisty ainda não sabe muito bem como controlar seus poderes e muito menos como usá-los, mas fez grandes progressos no controle e isso se torna uma preocupação crescente para O Único que é O Único. Este mesmo vendo que seu império está em risco, passa a buscar com mais rigor as ameaças e velhos inimigos retornam para trair Whit e Wisty (espero que não tenha sido spoiler).

Mas, nem tudo é lindo nesse livro (pelo menos pra mim). Algo que eu nunca vi o autor fazer em outros livros é enrolar. Senti nessa continuação um “enrolação” tremenda, preparando o leitor para um terceiro livro. Já falei outras vezes que eu não tenho muita paciência para livros sem objetividade e confesso que nesse pensei em pular partes =/ Mas calma por favor. Vou explicar.

Desde o primeiro livro o With e a Wisty foram jogados em meio a um turbilhão sem saber nada sobre seus poderes nem como descobrir como trabalhá-los. No segundo livro isso continua! Eu pelo menos esperava que no mínimo alguma coisa fosse revelada para eles. (Pequeno spoiler) Durante quase todo o livro você vê as pessoas pedindo para que eles se entreguem sem dar um mínimo de motivo. Ou então pessoas falando que ela pode fazer tal coisa sem dar um mínimo de explicação e isso acaba frustrando o leitor.

Esse jogo de cão e gato, onde um tá por cima uma hora e depois tá por baixo acaba tirando um pouco, perceba que falei um pouco, do brilho do livro.

Mas enfim. O livro é muito bom. Mais um de fantasia para ficar exposto na sua estante. Mesmo com esses poréns acima, o autor consegue te prender no livro e deixar a expectativa para o próximo. Se essa foi a intenção dele, ele conseguiu comigo. Recomendo ler sim, as sacadas que ele faz comparando o mundo imaginário com o real são excelentes =)

Até a próxima.

Compartilhe este link para ganhar pontos

Resenha: Olho por Olho – Jenny Han & Siobhan Vivian

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

olho-por-olho-estante-dos-sonhosEditora: Novo Conceito
Autor: Jenny Han & Siobhan Vivian
ISBN: 9788581632780
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Alguma vez você já quis realmente se vingar de alguém que a ofendeu? Talvez uma ex-amiga que a apunhalou pelas costas, ou um namorado traidor, ou um estúpido da escola que a humilhou desde que você era pequena… Alguma vez você já sonhou em envergonhá-lo na frente de todos? E, então, alguma vez você se uniu com outras duas pessoas para criar um elaborado esquema de destruição e revanche? A maior parte de nós não pode dizer que sim a todas essas perguntas (felizmente). Mas, certamente, todos nós somos capazes de nos identificar com muitos dos sentimentos de Kat, Lillia e Mary em Olho por Olho…
No entanto, de um exercício de malícia, de uma simples brincadeira adolescente, o jogo do “aqui se faz, aqui se paga” poderá assumir proporções trágicas, em que até mesmo as leis da natureza vão se dispor, misteriosamente, a acalmar os corações ofendidos.
Deixe-se levar por uma genuína história sobre o certo e o errado, o justo e o injustificável e procure entender — se possível — os verdadeiros motivos que transformaram estas três meninas. Dramático, honesto e fascinante, este é um livro que ultrapassa todas as expectativas!

Minhas impressões

Desde que vi o anuncio do livro fiquei super ansiosa para ler, pois era um livro fora do normal do que leio, já que ultimamente tenho lido bastante romances, então eu pensei “se esse livro promete tudo o que a propaganda diz, quer dizer que ele é bom. Certo?” e de fato é uma boa história…. =)

Bem… antes de mais impressões minhas, vamos falar um pouquinho dos personagens e o meu ponto de vista, o que mais me marcou em cada um deles.

Pelo que entendi na capa aparece 3 garotas, Lillia (descendente coreana), Mary e Kat. Ambas moram na ilha Jar, e todas tem no fundo de suas consciência o rancor e a mágoa de pessoas que as fizeram passar por momentos difíceis em algum momento da vida delas. Por incrível que pareça esses sentimentos ruins estão focados em três pessoas que em algum momento fizeram parte do cotidiano e da vida dessas três garotas.

Lillia, é asiática e desde pequena tem amizade com o pessoal da ilha, apesar de que, quando era criança, só frequentava a ilha no período de férias, mas no momento em que ela passou a adolescência sua família resolveu se fixar na ilha. Como melhores amigas ela tinha Rennie e Kat. Eram amigas inseparáveis e como tudo nessa vida um dia se acaba, a amizade forte que tinha com Kat se desfez e passou a ser só conhecidas. Lillia mora com sua mãe e irmã mais nova em uma linda casa de praia e seu pai é um pesquisador muito ocupado então ele passa a maior parte do tempo viajando.

Kat é uma nativa da ilha e vive com seu pai e irmão, já que sua mãe é falecida, e tem como melhor amigo seu animal de estimação, seu irmão e os amigos em comum do irmão.
Mary, não tem amigos ela morava no continente com seus pais, mas resolveu morar na ilha com sua tia Bete.

Além das três garotas temos Alex, Reeve e Rennie que são todos amigos e também amigos de Lillia, até então apresentados os queridíssimos personagens.

A história começa a ser contada no momento em que Mary resolve que é o momento de morar na ilha, já que tem uma pessoa que mexeu muito na sua infância e ela gostaria muito de retribuir esse sentimento que guardou a sete chaves por muito e muito tempo, então no primeiro dia de aula do último ano antes do ensino superior a primeira pessoa que ela se depara na escola é seu conhecido de infância Reeve, um rapaz bonito e muito importante para o time de futebol americano da escola. Nesse mesmo momento está acontecendo uma aglomeração de alunos em volta de duas garotas, Kat e Rennie, que estão em uma forte discussão bem intensa, mas tão intensa que Rennie fala que Kat cheira muito mal e logo em seguida Kat dá uma cusparada em Rennie, tão forte que a faz quase vomitar, desequilibrar e cair. Mary fica assustada, pois nunca tinha visto duas garotas discutirem com tanto ódio dessa forma.

É… já percebi de cara que as intrigas não eram pequenas entre essas duas, e de contra partida havia Lillia que aos poucos foi se afastando de Alex, já que ela percebeu que ele tinha algum tipo de atração por ela. Um dia de festa na casa dele ela descobriu que ele tinha dormido com sua irmã mais nova de 13 anos de idade!

Enfim… A história foi se soltando, se desenvolvendo e vamos entendo o por que do “Olho por Olho” e porque delas quererem acertar as contas. Então essas 3 garotas resolvem se juntar para acertas as contas com Rennie, Alex e Reeve.

Lillia, Mary e Kat começam a se encontrar escondidas e começam a planejar como será a vingança delas, já que cada uma tinha um foco especial:

Lillia –> Alex
Mary –> Reeve
Kat –> Rennie

O primeiro da lista foi Alex, o rapaz passou por muito constrangimento, já que seu maior orgulho era ser bem visto por todos. Então essas meninas conseguiram burlar toda a segurança da escola e da privacidade de sua casa para furtar objetos pessoais, destruindo a imagem de bom rapaz que ele tinha.

Logo após veio a vez de Reeve, mas no caso dele, Rennie deveria sentir o peso da vingança junto, já que os dois eram inseparáveis. No último capítulo do livro é o dia do baile de Homecoming e então veio a primeira parte da vingança para ele, mas Rennie quase nem sentiu o amargo do rancor. Instantes depois, estranhamente todas as luzes do salão se apagaram. Quando Reeve foi homenageado ele começou a passar mal e caiu do palco quase desacordado. O que vai acontecer? Só saberemos no próximo livro “Dente por Dente”. =/

Esse é um resumo, bem, mas bem rápido mesmo, já que meu foco aqui não é contar todo o livro para vocês, e sim falar sobre as minhas impressões do livro =)

Toda vingança vale a pena?

Eu nunca fui uma pessoa vingativa. Pra mim, se temos algum problema, a gente resolve agora e aqui mesmo. Pronto. Detesto levar ódio e rancor pra casa. No livro a primeira vingança põe em xeque-mate essa questão. Se vale mesmo a pena a vingança, a sensação de que o ódio e o rancor se encontrando e fluindo por nossa mente, corpo, sentimento, tudo que nos faça perder a razão.

O que garante que num momento em que agimos de pura raiva, não nos deixa cego a ponto de não perceber qual é a verdade e qual seria o momento de começar a pesar nossas opiniões e pré-conceitos? Geralmente este momentos estão definidos conforme nossos sentimentos. O pior disso tudo, é depois que a vingança foi feita, saber que nada daquilo que você acreditava fielmente, tinha fundamento nem era verdadeiro. E no fundo não passava de uma boa atitude que foi entendida de forma errada e equivocada, além disso tudo você ainda fica com aquele sentimento de culpa, de que fez algo errado.

Não estou falando que devemos deixar de lado algo que não está claro, mas sim que devemos esclarecer, enfrentar o problema de frente, mesmo que tenha que pisar em ovos e estar totalmente desarmada para uma conversa difícil, pois a pessoa que você acredita que tem um problema nem sempre é o problema e o problema passa a ser você. Principalmente se essa pessoa for alguém que você sempre confiou e sempre esteve perto de você.
Essa resenha não é um sermão não, de forma alguma, essa foi a mensagem que senti lendo esse livro, pois ele é emocionante e as coisas que essas meninas fazem com seus alvos de vingança é muito forte, a pessoa tem que ter muita coragem e talento para a vingança.

Nesse primeiro volume da série a vingança ficou bem focada em Alex, então acredito que Reeve seja o próximo e por último Rennie, e pode apostar que essas três vingadoras, vão passar por muita dúvida, e serão geniais em seus planos como foram no primeiro.

Espero que um dia tenham a oportunidade de ler, pois nos faz pensar bem em nossas atitudes, e nos questionar se de fato não estamos sendo errados ou corretos em nossas atitudes.

Até a próxima 😉

Compartilhe este link para ganhar pontos

Resenha: Lorde Supremo – Trudi Canavan

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

O-lorde-supremo-Trudi-Canavan-estante-dos-sonhosEditora: Novo Conceito
Autor: Trudi Canavan
ISBN: 9788576861805
Edição: 1
Número de páginas: 624
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Na cidade de Imardin, onde aqueles que têm magia têm poder, uma jovem garota de rua, adotada pelo Clã dos Magos, se encontra no centro de uma terrível trama que pode destruir o mundo todo. Sonea aprendeu muito no Clã, e os outros aprendizes agora a tratam com um respeito relutante. No entanto, ela não pode esquecer o que viu na sala subterrânea do Lorde Supremo — ou seu aviso de que o antigo inimigo do reino está crescendo em poder novamente. Conforme Sonea evolui no aprendizado, começa a duvidar da palavra do mestre de seu clã. Poderia a verdade ser tão aterrorizante quanto Akkarin afirma? Ou ele está tentando enganá-la para que Sonea o ajude em algum terrível esquema sombrio?

Minhas impressões

Uma história que parecia tímida logo no início se tornou algo tão épico e bem escrito.

Num mundo pós Harry Potter, é difícil para um autor escrever sobre magia, pelo menos eu ficaria com medo de repetir algo. Porém é algo tão natural nessa saga que você não faz associação nenhuma à outra história. Vou tentar ao máximo não dar spoiler pra quem não leu o segundo livro, mas não posso prometer nada =).

Depois de Sonea descobrir o que o Lorde Supremo estava fazendo e porque a mantinha sob extrema vigilância, ela decide que deve seguir o mesmo caminho que ele, afinal Imardin estava em perigo e com ela, a favela onde moravam seus tios. Engolindo seu medo ela deixa claro para o Lorde Supremo o que ela quer. Por mais estranho que pareça o Lorde Supremo se mostra relutante a ensina-la, o que é um baque para Sonea já que ela achava justamente o contrário, que ele queria que ela aprendesse. Depois de muita insistência de Sonea e do servo do Lorde Supremo, Akkarin resolve ensina-la “magia negra” (desculpe, mas não tinha como prosseguir a resenha sem falar isso rs).

Quando os inimigos percebem que Akkarin enfraqueceu em sua última batalha, eles começam a enviar cada vez mais soldados para descobrir como finalmente invadir a cidade. Após essa batalha, Sonea exige ser levada junto, pois Akkarin não conseguiria resolver tudo sozinho. Contra vontade Sonea se vê encurralada e precisa usar a “magia negra” para salvar Akkarin e ela mesma.

Pulando um pouco a história e os motivos, Sonea e Akkarin são obrigados a irem para Sachaka e lá Sonea começa a entender todo o peso que Akkarin carrega nas costas. Lá ela descobre que a “magia negra” que a academia tanto teme é chamada de Magia Superior e que seus antepassados usavam-a constantemente. Somente após um grave incidente é que ela é proibida.

Em Sachaka ela percebe quão fracos são os magos de Imardin e que somente com a Magia Superior é que eles poderão ter uma chance contra os Ichanis.

Bom, já deu pra ver que a coisa fica frenética no ultimo livro. Como falei no início, o primeiro livro veio com uma história interessante e despretensiosa que acabou se tornando uma ótima trilogia. O andamento dos acontecimentos entre os livros foi muito bem divido. Tem algumas trilogias por aí onde o autor segura tudo para o último livro e acaba estragando a trilogia pelo fato do terceiro livro ser rápido demais. Não o caso da Trudi Canavan.

A trilogia do Mago Negro é mais um que você tem que ter guardado na sua estante, pois te prende do primeiro ao último livro e deixa aquele desejo de mais. É mais um livro original que fala de magia e aventuras que eu recomendo muito pra quem não tem o costume de ler.

Enfim, recomendo muito o livro e espero que vocês leiam =)

Compartilhe este link para ganhar pontos

Resenha: Claro que te amo – Tammy Luciano

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

claro-que-te-amo-tammy-luciano-estante-dos-sonhosEditora: Novo Conceito
Autor: Tammy Luciano
ISBN: 9788581633084
Edição: 1
Número de páginas: 320
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Piera tem certeza: está cometendo a maior loucura da sua vida ao assistir, escondida, ao casamento de seu ex-noivo. Depois de seis anos de relacionamento, entrar de penetra na comemoração foi tudo que André deixou para ela. E olhar a cena não a faz feliz, mas encerra uma fase de sua vida. Hora de recomeçar. Mas como recomeçar se seu coração está cheio de dor? Envolver-se com a história de Piera é como descobrir que sempre há um lado muito bom a ser revelado… Mesmo que tudo pareça tão difícil.

Minhas impressões

O que dizer de um livro que tem borboletas e corações em todas as paginas e cada capítulo ter uma frase com várias borboletas enfeitando? Claro que te amo! É um livro fofo tanto na história quanto na diagramação. Não entendeu?

1 2 3

Resolvi colocar as fotos para entender melhor a fofura que o livro é rsrs

Piera é uma garota de 19 anos, que apesar de ainda ser muito nova já enfrentou muitos problemas durante toda sua vida como se já fosse uma pessoa bem mais velha, só para ter noção dos problemas, ela nunca conheceu a mãe que a abandonou logo quando nasceu deixando aos cuidados do pai, aos cinco anos de idade ajudava o pai a arrumar a casa, lavando louça e ajudando onde fosse possível e para piorar ela tinha um relacionamento de seis anos ao qual o namorado termina dizendo: “Descobri que não te amo mais… Volto aqui mais tarde.”

Piera não esquece André o seu ex-noivo e essa frase fica martelando na sua mente por um bom tempo, Piera já superou muitas coisas em suas vidas mais as vezes tive a impressão de que ela precisava ver com os próprios olhos ou sentir o sofrimento para poder largar de vez o seu passado tão dolorido, então o começo do livro é narrado exatamente nesse momento de sofrimento que é Piera assistindo ao casamento de seu ex-noivo e se imaginando no lugar da noiva.

Não que ela ainda ame André, mais Piera precisa seguir adiante, e assistir ao casamento do seu ex é como colocar uma pedra nesse assunto.

Piera tem um pai maravilhoso que também é um grande amigo que sempre dá apoio e os conselhos que ela precisa.

Confie nas reinvenções da vida, nas coisas positivas que acontecem todos os dias. O que hoje está valorizado daqui a algum tempo não terá tanta importância.

O que Piera não contava é que sua mãe resolveu aparecer e ela está querendo vê-la para tentar recuperar o tempo que não tiveram, apesar de Piera sempre ter sonhado em poder encontrar a mãe e saber os motivos pelo qual ela se manteve ausente todo esse tempo ela esperava ver a mãe em melhores condições de saúde e acaba se deparando com ela internada em uma clinica psiquiátrica.

Para ajudar o dono da clínica é lindo, novo, tem os olhos verdes/azuis mais charmosos do Rio de Janeiro e está muito interessado em conhecer melhor Piera.

A partir de então a leitura do livro flui empolgante e gostosa, os desenhos que estão nas folhas torna a leitura muito prazerosa e a autora coloca algumas músicas de referências em alguns momentos da vida de Piera que se você escutar e ler ao mesmo tempo torna a história ainda mais envolvente.

Piera tem quatro amigas que estão sempre dando apoio e incentivando-a a seguir em frente, passando sempre mensagens positivas.

Sua vida não é novela para você deixar por conta do autor!

O livro mostra todo o processo de amadurecimento da personagem principal que mesmo com momentos tristes em sua vida se manteve de pé e confiante que tudo um dia iria melhorar.

Ás vezes, parece que não estamos nos melhores dias, mas na verdade é apenas um período de mudanças para surgir o novo, o melhor.

Se eu gostei do livro? Claro que amei!

Beijos
Andressa
www.livrosechoclatequente.com.br

Compartilhe este link para ganhar pontos

Resenha: Bruxos e Bruxas – James Patterson

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

Bruxos-e-Bruxas-james-patterson-estante-dos-sonhosEditora: Novo Conceito
Autor: James Patterson
ISBN: 9788581632216
Edição: 1
Número de páginas: 288
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

É como entrar em um pesadelo. Do nada, você é retirado de sua casa, preso, e acusado de bruxaria. Parece século 17, mas é o governo da Nova Ordem, e está acontecendo agora! Sob a ideologia da Nova Ordem, O Único Que É O Único mantém seu poder à força, sem música, nem internet, nem livros, arte ou beleza. E ter menos de 18 anos já é motivo suficiente para que você seja suspeito de conspiração. Os irmãos Allgood estão encarcerados nesse pesadelo e, para escapar desse mundo de opressão e medo, terão que contar um com o outro e aprender a usar a magia. Do autor best-seller James Patterson, Bruxos e Bruxas é uma saga para se ler… antes que seja tarde.

Book trailer

Minhas impressões

Só agora (depois do puxão de orelha da Day), que eu vi que não havia feito a resenha desse livro, o que é um absurdo! Li tão rápido esse livro que acabei esquecendo =/

Pois bem, algo que me chamou atenção de cara foi o trabalho espetacular da capa desse livro. Não há como negar que a capa já dá vontade de pegar o livro e não largar mais. O melhor ainda é o conteúdo.

Pra quem já lia os livros do James Patterson, já está acostumado com as tramas intrigantes que ele escreve e esse livro não é diferente. Os irmão Allgood são como todos os irmãos, brigam por besteiras e implicam um com o outro, mas de um dia pro outro percebem como isso é banal. Arrancados de sua casa pela Nova Ordem eles se veem dependentes um do outro para sobreviver. O mundo tinha virado de cabeça pra baixo em questão de uma noite. O Único que é o Único agora é quem manda e tudo que está em desacordo com ele, deve desaparecer.

Diferente de outros, os irmãos Allgood acabam descobrindo que eles tem poderes! Não vou falar mais nada dos poderes pra não dar muito spoiler =p. Além dos poderes, eles encontram a resistência, um grupo de jovens que é contra o que o Único que é o Único está fazendo e cabe a eles acabarem com esse tirano.

Enfim, o livro é excelente como todos os do James Patterson. Ele conseguiu criar um mundo distópico envolvendo bruxos e sem cair pra nenhum dos clichês de hoje em dia quando falamos de magia. O livro é exatamente daquele tipo que você só larga quando termina, tanto que li em um dia. Além disso é interessante a análise e as referências que o autor faz com o mundo atual, usando nome de artistas conhecidos com uma leve alteração por exemplo. A analogia do mundo descrito no livro com o nosso mundo é muito bem bolada. Por vezes o jovem hoje, é visto como o causador de problemas e logo é reprimido, portanto espere se identificar bastante com algumas passagens do livro, claro, associando ao mundo atual.

A narração em 1ª pessoa é outro detalhe que só contribui com o ritmo do livro. Entre um capítulo e outro, você lê o relato através de Whisty e Whit. É engraçado em alguns momentos os comentários que eles fazem entre si. Aquela típica acidez entre irmão que faz você dar boas risadas.

Algo que preciso citar antes que eu esqueça foi o trabalho viral que a Novo Conceito fez, eu citei neste post, porém vou falar novamente =) Do nada recebo uma carta sem identificação com banner de dois jovens sendo procurados. Achei estranho, mas percebi que era alguma jogada de marketing e isso já me deixou morrendo de curiosidade. Sou meio nerd, confesso, então acabei descobrindo quem enviou e mais tarde soube que se tratava de um livro. Então já dá pra entender o motivo do sucesso desse livro. Trabalho excelente de marketing!

Prometo que to acabando.

A continuação do livro já está pra sair e o nome é O Dom, que espero ser melhor que o primeiro. Recomendo muito o livro. Além da capa estupenda, o livro é incrível.

Até a próxima =)

Compartilhe este link para ganhar pontos

Resenha: Manuscritos do Mar Morto – Adam Blake

/Editora Novo Conceito/Resenhas/

Manuscritos-do-Mar-Morto-Adam-Blake-estante-dos-sonhosEditora: Novo Conceito
Autor: Adam Blake
ISBN: 9788581632742
Edição: 1
Número de páginas: 480
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  40 de 100 pontos

A ambiciosa policial Heather Kennedy está em seu trabalho mais difícil: seus métodos de investigação são criticados e ela está sendo assediada por colegas rancorosos porque não lhes dá atenção.
Até que lhe é atribuída o que parece ser uma investigação de rotina, sobre a morte acidental de um professor da Faculdade Prince Regent, mas a autópsia deste caso volta com algumas descobertas incomuns: o inquérito vincula a morte deste professor às de outros historiadores que trabalharam juntos em um obscuro projeto sobre um manuscrito do início da Era Cristã.
Em seu escritório, Kennedy segue com sua investigação e logo se preocupa com o rumo para onde está sendo levada. Mas ela não está sozinha em sua apreensão. O ex-mercenário Leo Tillman — seu futuro parceiro — também tem angustiantes informações sobre estes crimes. E sobre a misteriosa organização mundial a que os crimes se relacionam… Escondido entre os pergaminhos do Mar Morto, um códice mortal pretende desvendar os segredos que envolvem a morte de Jesus Cristo.
Entre um terrível acidente de avião no deserto americano, um brutal assassinato na Universidade de Londres e uma cidade-fantasma no México, Manuscritos do Mar Morto é o mais emocionante thriller desde O código Da Vinci.

Minhas impressões

Um thriller de tirar o fôlego, que vai fazê-lo pensar: será possível?

Essa chamada que me fez ficar curiosa para ler o livro Manuscrito do Mar Morto de Adam Blake da editora Novo Conceito.

O ex-mercenário Leo Tillman foi abandonado por sua família há 13 anos e desde então está em busca de noticias de sua família e a única coisa que sabe é que Michael Brand é o cara responsável pelo sumiço de sua família e está disposto a ir atrás dele custe o que custar.

A investigadora policial Heather Kennedy está investigando a morte do professor universitário Barlow que foi assassinado.

Heather Kennedy vai atrás de informações dos motivos da morte do professor Barlow e acaba descobrindo que o professor estava tentando traduzir o Códice do Rum um livro bem antigo com passagens da bíblia original que naquela época escreviam os acontecimentos e costuravam as folhas juntas, mas sem necessariamente ser um livro em sequência, faziam isso para guardar onde escreviam e não perder as folhas, então o professor Barlow encontra um desses arquivos originais e tenta montar um grupo de pessoas para traduzir esse livro, pois acreditam que Judas não traiu Jesus.

O livro não me despertou nenhum apego com os personagens e a maneira como o autor descreve os acontecimentos é bem fria.

Incrivelmente, a mulher sobrevivera. Mas a bala que havia passado por seu útero e destruído o que ele continha também passara pela base de sua espinha, deixando-a paraplégica.

A policial Kennedy consegue chegar até uma testemunha que ajudou o professor Barlow a desvendar os mistérios de Códice do Rum, quando as duas estão conversando são surpreendidas por assassinos que se consideram seguidores de Judas, além de chorarem sangue, precisam matar quem está atrapalhando o caminho deles, então começa a parte da ação do livro com muitas cenas de briga e ação.

Confesso que a premissa da história é bem atrativa, porém o autor não conseguiu prender minha atenção e achei alguns comentário com um teor meio sarcástico em alguns momentos.

No sétimo dia, Deus descansou. Kennedy não era Deus: ela voltou ao trabalho e ao comitê do incidente.

Michael Brand o homem por quem Leo Tillman está a procura, pode estar envolvido no caso do assassinato que a policial Kennedy está investigando. Os dois se juntam para ir em busca do possível assassino que acaba de forjar a própria morte.

Leo Tillman e Kennedy formam uma dupla de investigadores bem perigosa e prometem cenas de ação realmente de tirar o fôlego, pois agora o objetivo dos dois é encontrar uma só pessoa.

O livro para mim teve muitos altos e baixos, pensei que depois da página 100 o livro se tornaria mais interessante, mas em muitos momentos se tornou bem cansativo, foi um livro bem difícil de continuar a leitura.

– Bom, senhora, acho que nesta vida é melhor manter a mente aberta. Ás vezes, se uma coisa parece impossível, é só porque você está olhando pelo ângulo errado.

Em muitos momentos ele narra uma situação com um personagem e no próximo capitulo narra a mesma situação no ponto de vista de outro personagem e isso me confundiu bastante. Acho que se for adaptado para um filme minha opinião mude, as cenas de ação com brigas e fugas prendem mais em um filme, para um livro na minha opinião não me agradou.

O final não dá a entender que terá uma continuação, porém o livro é uma trilogia que eu não me aventuro a acompanhar 🙂

Resenha feita por nossa amiga Andressa, do blog Livros e Chocolate Quente

Compartilhe este link para ganhar pontos