Resenha: Métrica (slammed) – Colleen Hoover

/Editora Galera Records/Resenhas/

métrica-slammed-colleen-hoover-estante-dos-sonhosEditora: Galera Record
Autor: Colleen Hoover
ISBN: 9788501401861
Edição: 1
Número de páginas: 304
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

O romance de estreia de Colleen Hoover, autora que viria a figurar na lista de best sellers do New York Times, apresenta uma família devastada por uma morte repentina. Após a perda inesperada do pai, Layken, de 18 anos, é obrigada a ser o suporte tanto da mãe quanto do irmão mais novo. Por fora, ela parece resiliente e tenaz; por dentro, entretanto, está perdendo as esperanças. Um rapaz transforma tudo isso: o vizinho de 21 anos, que se identifica com a realidade de Layken e parece entendê-la como ninguém. A atração entre os dois é inevitável, mas talvez o destino não esteja pronto para aceitar esse amor.

Minhas impressões

Métrica é daquele tipo de livro que você cria certo receio em lê-lo, porque com tanta divulgação acabamos criando enormes expectativas e a chance de decepção torna-se enorme. Porém, tudo deu certo. Mais do que certo. Métrica simplesmente surpreendeu.

De inicio somos apresentados a Lake, uma garota que há meses atrás perdeu o pai e agora esta sendo abrigada a mudar de cidade com sua mãe e irmão. Ela espera e quer que esta mudança dure apenas alguns meses, porém todo esse pensamento muda quando ela conhece Will.

Will é o tipo de cara que qualquer garota se interessaria. Responsável, de boa aparência e inteligente. Lake já não acha mais uma má idéia ter mudado de cidade.

A princípio você deve estar pensando: Não existe coisa mais clichê do que logo no inicio do livro os personagens principais se apaixonarem perdidamente, mas é aí que você se engana, assim como eu também me enganei. Percebemos o equívoco quando começamos a conhecer a vida de Lake e Will profundamente e que nada pode ser considerado clichê na vida de ambos.

A vida dos dois é cheia de reviravoltas, nada permanece da mesma maneira. Uma hora tudo está lindo, mas em um piscar de olhos tudo pode se tornar uma beautiful mess. Altos e baixos reais.

Colleen inovou trazendo uma gama enorme de poesia contida dentro do livro. Para mim este é o maior diferencial da obra. Sentimentos transbordam dentro destas poesias. Aliás, poesia é sempre bem vinda, onde quer que seja. Além de que, Colleen também soube perfeitamente construir todas as reviravoltas contidas na obra. Todos os personagens são encantadores e bem construídos.

O inicio de cada capitulo também merece destaque, pois somos apresentados a frases magníficas da banda americana de folk rock “The Avett Brothers”, que por sinal a autora é completamente fã.

Vi muita gente reclamando por que o livro faz parte de uma trilogia e blábláblá. Como sempre sou do contra, apoio total o livro ser uma trilogia, pois quero mais doses de Lake, Will e poesia.

Pessoal, acho que isso é tudo que posso contar sobre o livro. Já falei até demais. Leiam o livro urgentemente e até a próxima resenha.

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Resenha: Cidade das Cinzas – Cassandra Clarie

/Editora Galera Records/Resenhas/

cidade-das-cinzas-estante-dos-sonhosEditora: Galera
Autor: Cassandra Clarie
ISBN: 9788501087157
Edição: 1
Número de páginas: 406
Acabamento: Brochura
Classificação EDS:  80 de 100 pontos

Jace parece determinado a deixar todos ao seu redor enfurecidos. O caçador de sombras já é visto com desconfiança, pois seu pai, Valentin, quer dominar o mundo. Além disso, triângulos amorosos surgem, vampiros renascem e angústias adolescentes florescem em seu grupo de amigos.

Minhas impressões

Bem o livro cidade de ossos foi algo simplesmente inexplicável, nunca tinha lido um livro com tal intensidade até ler cidade das cinzas. O mesmo é maravilhoso após a descoberta de que Clarie e a possível irmã do Jace o livro começa com um ar desconfortável entre Clarie e Jace, pois a vontade de ambos é se entregar à paixão avassaladora que um sente pelo outro. Mas Clarie tenta lutar a todo custo para reprimir tal vontade e para isso ela se envolve com seu melhor amigo Simon que além de amigo é completamente apaixonado por Clarie. Mas Jace a cerca em busca de ter Clarie a seu lado.

Quando Jace acha que tudo que poderia ter, havia sido destruído e que só lhe restava sua família adotiva, Jace é recebido pela mãe adotiva com a pior noticia, que a mesma não confia mais nele e o quer fora do instituto. Arrasado e sem Clarie a seu lado, Jace assumi uma postura totalmente contra os princípios dos caçadores da sombra e se torna mais um bad boy do que um descendente de um Nefilin.

No meio desse maremoto Clarie que passa todo o tempo com Simon seu melhor amigo e agora novo namorado ela percebe que ele tem agido estranho, tem estado muito diferente, mas acha que é coisa de sua cabeça e ignora, pois descobre que seu pai está tramando algo grandioso contra a Clave.
Quando Clarie decide procurar por Jace para conversar, ele e Clarie são pegos de surpresa por uma noticia terrível. Simon havia invadido o território dos vampiros e estava se tornando um deles.

Bem o livro tem mais detalhes mais não sou boba para estragar tudo e entregar o ouro pra vocês, o livro tem muitos autos e baixos, e uma coisa que posso dizer é, que ele acaba com gostinho de “Cidade de Vidro”…rs

Resenha: Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos Vol. 01 – Cassandra Clare

/Editora Galera Records/Resenhas/

Editora: Galera Record
Autor: Cassandra Ckare
ISBN: 9788501087140
Edição: 1
Número de páginas: 462
Acabamento: Brochura
Compre: Amazon
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

O primeiro “encontro” de Clary e Jace não poderia ter sido… pior.Ela presencia um crime cometido por Jace e outros adolescentes tatuados e equipados com chicotes brilhantes e armas pra lá de esquisitas. Ele, um nephilim – filhos de anjos e humanos – que tem como missão caçar demônios; ela, uma mundana que não se sabe por que tem o dom da Visão…
Mas as diferenças entre os dois não impedem que em 24 horas Clary se veja envolvida pelo mundo de Jace e dos Caçadores de Sombras; a mãe dela desaparece e a própria Clary é atacada por um demônio. Aparentemente, ela não tem a quem recorrer além de Jace. Mas por que um demônio estaria interessado em uma mundana como Clary? E como de uma hora para outra ela tem o dom da Visão e percebe o Mundo das Sombras? Todos, inclusive Clary, querem saber…

Minhas impressões

Bem essa é minha primeira resenha, então espero não decepcionar ninguém. Li Os Instrumentos Mortais pela segunda vez, e confesso que novamente não fiquei nem um pouco menos animada, entusiasmada e ofegante com esse enredo maravilhoso.

Se você é fã de fantasia, aventura, sobrenatural e romance essa série é repleta disso que transborda pelas páginas. A autora tem uma narrativa cativante, com detalhes, fatos e acontecimentos que simplesmente te captam de onde você esteja e leva para dentro desse universo fantástico que ela cria.
Quem não conhece o enredo ele se passa mais ou menos assim (não posso entregar tudo ^.^ ) em nosso mundo normal, muitas vezes monótono e sem graça, somos apresentados a Clary.

Resenha: Extras – Scott Westerfeld

/Editora Galera Records/Resenhas/

Editora: Galera
Autor: Scott Westerfeld
ISBN: 9788501091338
Edição: 1
Número de páginas: 416
Acabamento: Brochura
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

No quarto livro da série, “A Era da Perfeição” ficou no passado. A libertação promovida graças aos esforços de Tally Youngblood deu fim a uma cultura onde a beleza e as modificações cerebrais, que transformavam todos em avoados, eram a base do sistema. Nesse novo mundo onde Aya Fuse – não apenas uma Feia de 15 anos, mas uma Extra – tenta sobreviver, existe uma coisa muito mais importante e poderosa do que a beleza: a fama. Ocupando o 451.611º lugar em uma tabela que mede a popularidade das pessoas, Aya é só uma Extra nesse complexo sistema social. Mas a descoberta de um grupo de misteriosas meninas que se arriscam a surfar em trens magnéticos pode ser a oportunidade perfeita para alcançar o seu lugar no topo. Uma matéria tão boa que irá despertar o interesse de todo mundo, incluindo alguém há muito desaparecido.

Minhas impressões

Para todos aqueles que me escreveram para revelar a definição secreta da palavra ‘trilogia’.

Scott Westerfeld começa o livro a partir da última lembrança do livro Especiais, a “Libertação”. Em uma nova cidade, como novos rostos, Aya Fuse tenta alcançar seu irmão mais velho em reputação e assim ganhar méritos para o resto de sua vida.

Em uma cidade onde ser popular é a mais nova regra, não existem limites para seus moradores. Viciados em cirurgias, pixelados, arautos da fama, neurogourmets, honestos radicais e as Ardilosas complementam este cenário pós apocalíptico e agora livre do controle dos governos.

Quando comecei a ler o livro, nas primeiras páginas achei que veria novamente uma história de traição e arrependimento tal qual a Tally (se você não leu os livros anteriores desculpe. Aliás se você não leu os anteriores não deveria ler este rsrs), porém vi que a história é muito mais que isso.

Aya Fuse lembra muito Tally YoungBlood em sua astúcia e sagacidade. Corajosa, na verdade pendendo mais pro lado de ambiciosa, Aya se infiltra num grupo pra descobrir quem são, mas logo vê que sua matéria pode render muito mais do que isso.

Assim como em seus outros livros, o autor imprime no leitor um conceito de política muitas vezes impetrado em nós que nem percebemos e a crítica feita pelo o autor passa subliminarmente pelas páginas dos livros e logo nos vemos comparando coisas do livros com muito do que vivemos hoje. Vou fazer só alguma comparações, fama, youtube, cientistas ambiciosos… Por fim o livro consegue se diferenciar da trilogia e mostrar ao leitor que sentiu falta de mais história depois do livro Especiais que existe um universo muito maior a ser imaginado com a história.

Excelente livro, capa perfeita como todos os outros, edição e fonte sensacional! Vale a pena!

ps: Percebeu que quando o livro é muito bom minhas resenhas ficam pequenas? É pra não dar muito spoiler =p

Resenha: Assassins Creed – Renascença – Oliver Bowden

/Editora Galera Records/Resenhas/

Editora: Galera
Autor: Oliver Bowden
ISBN: 9788501091338
Edição: 1
Número de páginas: 375
Acabamento: Brochura
Classificação EDS:  100 de 100 pontos

Traído pelas famílias que governam as cidades-estado italianas, um jovem embarca em uma jornada épica em busca de vingança. Para erradicar a corrupção e restaurar a honra de sua família, ele irá aprender a Arte dos Assassinos. Ao longo do caminho, Ezio terá de contar com a sabedoria de grandes mentores, como Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel, sabendo que sua sobrevivência depende inteiramente de sua perícia e habilidade. Assim começa uma épica história de poder, vingança e conspiração.

Minhas impressões

Vou buscar vingança sobre todos aqueles que traíram minha família. Eu sou Ezio Auditore de Florença. Sou um Assassino…”

Embora eu acreditasse estar aprendendo a viver, estava aprendendo a morrer. – Leonardo da Vinci”

Assassins Creed – Renascença leva o leitor a uma Florença de 1400, trazendo à tona toda a conspiração entre os Assassinos e os Templários. Com um “ar” histórico e fictício, o livro revela para quem já “zerou” os jogos, a história completa que por muitas vezes (principalmente para quem não fala inglês perfeitamente), passa desapercebido.

Contando desde a juventude de Ezio, o autor nos mostra com mais detalhes as tragédias que levaram o personagem principal a se enveredar pelo Credo Assassino. Seu envolvimento com Cristina, sua amada, seu tio Mario e todos seus companheiros de credo.

O livro não traz nada “novo” ou diferente da saga dos jogos, porém tem como objetivo esclarecer pontos que, como disse anteriormente, passam desapercebido pelos jogadores mais fanáticos (o/). Passando por cada missão de Ezio com detalhes conseguimos compreender melhor o enredo e a perceber a complexidade do desenvolvimento da história.

Eu havia acabado de ler Vittorio, o Vampiro que também se passa em Florença, e foi engraçado, pois pontos nos dois livros se encaixam, além das datas. Logo vi que o autor de Assassins Creed fez um trabalho primoroso de história.

O livro revela detalhes da história de Florença, Roma, e Veneza, onde o livro é ambientado. Ezio aprende rápido qual o seu destino: Vingar seus familiares. E assim ele acredita ser por um bom tempo. Porém logo se vê envolvido em algo maior do que sua vingança. Ele se vê no meio de uma trama mais antiga que seus antepassados entre os Assassinos e os Templários, que há muito tentam dominar o mundo com suas ideias mirabolantes.

O autor tomou o cuidado de revelar cada caracterísitca de Ezio e mostrar para o leitor detalhes de cada missão, criando mais que um jogo para o leitor, mas um universo, uma história oculta na história que aprendemos na escola.

A garganta de Francesco agora chacoalhava. Então seus membros se endureceram e sacudiram quando ele atingiu os estertores da morte: a cabeça arqueou para trás, a boca se escancarou quando ele travava a última luta impossível contra o inimigo invencível que todos nós teremos de enfrentar um dia; e então afundou, um saco vazio, encolhido, pálido.

Auxiliado por uma consciência oculta, Ezio logo adiquiri as habilidades de um assassino e passa a colaborar com o credo resolvendo confrontos com os Templários e buscando as sagradas páginas do Codex, deixadas pelo antepassados do credo. Com uma lista em mãos de quem deveria morrer para vingar sua família Ezio chega ao último nome dela: O papa!

Como é tão vã toda nossa esperança,
como uma falácia nossos planos em desnudo,
como no mundo reina a ignorância
nos mostra a Morte, mestra de tudo.
Para uns o dia passa em canto, torneio e dança,
uns dedicam talento às artes e estudo,
uns desdenham o mundo e suas coisas em andança,
outros transformam o sentimento em algo mudo.
Pensamentos e desejos vãos de diversa sorte
pela sabedoria que a Natureza afigura
predominam no mundo errante:
toda coisa é fugaz e pouco dura,
tanto a fortuna quanto o mal constante.
Uma só coisa permanece sempre mensura: a morte.”

Enfim, o livro não é só uma recomendação para quem jogou. O livro é excelente e merece estar em sua biblioteca. Misturando História real com ficção se torna fácil de ler e as 375 páginas passam voando! Vale à pena.